Os gaúchos do Superguidis estão com música nova na web. O primeiro single do terceiro disco que sai em março, traz duas músicas. “Não Fosse o Bom Humor” e “Visão Além do Alcance”. Além das duas músicas inéditas, a banda disponibilizou uma faixa bônus com uma versão acústica, sacada do DVD “Unplugged”, previsto para maio deste ano.
De acordo com o mestre Fernando Rosa, do site Senhor F, a música “Não fosse o bom humor” já ganhou um surpreendente clipe gravado pelos alunos do curso de Audiovisual da Universidade do Vale do Sinos, em breve disponível na programação da MTV.
O single que antecipa o novo disco aponta para a consolidação da banda nocenário independente nacional como uma das mais criativas e produtivas entre as revelações dessa segunda metade da década que passou. O single, assim como o disco, foi gravado no Estúdio Daybreak, em Brasília, com produção de Philippe Seabra, mixagem do americano Kely Kelson e masterização de Gustavo Dreher.
# o drops rock and roll volta depois do hexa do Mengão, na boa, vou pentelhar todos por causa disso. Se o meu Marcílio caiu para a série D, pelo menos o meu Mengo ganhou o Brasileirão.
# hoje o Rubão, meeeeestre da coluna Orelhada do AN me ligou. Afinal, Stuart acabou ou não? Enfim, eu disse que pelo que sabia, o Stuart daria uma de Los Hermanos, fazendo um hiato na carreira. Cada um com seus projetos, mas pelo que sei também, logo, logo vão se reunir para tocar novamente e gravar.
# quem vai acabar de vez é a Dramaphones, de Rio do Sul, uma das gratas e grandes revelações do rock no Alto Vale nos últimos anos. Uma pena mesmo…
# falando em Rio do Sul, bacana o papo da jornalista Abigail, da RSTV, lá do Alto Vale, com a banda Parachamas, que no último dia 21 de novembro tocou no China´s House, um festival na casa do China que trouxe algumas bandas da cena roqueira de SC para o Alto Vale. Se não rolou Tschumistock este ano, pelo menos o China´s House trouxe algumas bandas para a fita. Parabéns Big pelo papo. (vídeo acima)
# o buso acima é do Weezer. Na noite retrasada a banda estava indo para Boston, quando o buso saiu da pista e foi parar na vala. Rivers Cuomo, líder da patota se ferrou e quebrou umas costelas. Uma assistente da banda também ficou ferida, mas o resto da banda se safou. A urucubaca andou passando pela estrada. Com o acidente, infelizmente, os fãs não verão mais o Weezer em dezembro, só em 2010.
# o Kaiser, da Calvin, mandou mail falando que do jeito que Mundo47 noticiou a pausa da banda, pareceu que eles tinham brigado. Talvez tenha me expressado mal, mas acho que fui claro, a banda parou mesmo para projetos paralelos, pausa normal e também para pensarem num material novo para o próximo disco. Kaiser afirma: não houve tretas entre integrantes. Mas eu não falei isso querido, mas tá dado o recado.
# a cachorrada da Cachorro Grande estará em Balneário Camboriú no próximo sábado, 12. A casa noturna Djunn, que aos sábados traz bandas de pop rock, está trazendo a banda para apresentação única na região. A divulgação é bem tosca, mas nós estamos aqui para propagar a vinda da banda para a cidade Maravilha do Atlântico Sul. Ingressos em torno de R$ 30 para macho e R$ 20 pras mina.
# no mesmo Djunn, no último sábado, rolou uma das últimas etapas em SC do Jagermaister Rock Liga. A banda Lenzi Brothers levou o tento. Segundo o vocalista Marzio Lenzi, os frequentadores da casa estranharam duas bandas de rock disputando o concurso. Estranharam mais ainda que uma banda como os Lenzi, que tocam só repertório próprio, tocavam músicas desconhecidas. Então, o público não tava entendendo patavinas. O festival Rock Liga é muito bacana, mas em BC perderam o bonde andando, promovendo festival de rock em casas não acostumadas com rock. A notícia ainda é que a grande final será na Woods, a maior casa de sertanejo universitário do Estado. Se no Djunn e no Santidade o povo não entendeu nada, na Woods vão pensar que tem ET no palco. Levem a final pro JB pô!
# Xuxu, da Cassim & Barbária, manda missiva fazendo uma pequena avaliação do ano para a banda. Segundo XX, o show no Goiânia Noise foi excelente. O guitarrista valorizou o ano para a banda. ”Que ano foi! Disco, SXSW e turnê na América, Pop Montréal e tour no Canadá, tour no Nordeste, Calango, Goiânia Noise, DoSol, produção de DVD…. mas é o fim da 2a temporada. Como reality show. Só que nesse tem um monte de gente mais interessante” disse.
# o fim do ano será para descanso, com volta em março de 2010, mas antes, dia 10 de dezembro, a banda retorna aos estúdios para gravar uma bolachinha em vinil pela Monstro Discos. Segundo Xuxu, será um dos primeiros lançamentos do Brasil, neste formato, após a reabertura da Polysom. Por hora, fica a dica da editoria da Rolling Stone desse mês. “Recomendamos a compra da revista. Não por nós, é claro. Mas porquê a capa é da Aline Moraes. Pra quem gosta, delícia total” finaliza.
# deu no Senhor F: “O novo disco dos chapecoenses Repolho, Vol 4, atingiu a marca de 3.200 downloads em Senhor F Virtual, até neste dia 3 de dezembro. O disco foi lançado no dia 20 de outubro, em Senhor F e em outros sites do país. O fato mostra a popularidade da banda, dona de uma carreira coerente e fora dos espaços mais nobres da midia musical. E também o alcance editorial de Senhor F Virtual, que deve fechar o ano com mais de 200 mil downloads musicais. O disco foi lançado por Senhor F Discos - e também por Os Armênios e Pisces Records. (Da Redação)”, é isso ai rapazi, força da repolhada no Oeste. Enviada por Demétrio
# para terminar, uma imagem da Cherry Kiss, banda de Blumenau/Balneário Camboriú com garotas. Além de gatas, a banda tem muito talento e excelente bom gosto musical calcado no melhor do hard rock. Por enquanto as meninas tocam covers, mas em breve vem coisa própria por ai. O grupo é formado por Franciele (guitarras), Sabrina (bateria), Jessica (vocal), Gleica (guitarra) e Aline (baixo). A Aline por sinal, com o baixo rosa, é ex-baixista da The Colors. Um amor de pessoa. A foto acima marcou divulgação de um show que já foi, ok?
Fernando Rosa, do site Senhor F é o mestre, nosso querido working class hero do jornalismo musical brasileiro. A notícia que o governo Lula vai dar Vale Cultura para os menos favorecidos, deixou gente na mídia golpista de São Paulo e Rio putas da vida. Tipo aquela frase: “Humpf! onde se viu empregada vendo Shakespeare?”
Segue o texto do Fernando:
A campanha de grande parte da mídia para denegrir toda e qualquer ação do governo Lula está levando até mesmo articulistas tidos como equilibrados ao desvio do jornalismo panfletário e, pior, preconceituoso. É o caso do sr. Gilberto Dimenstein, da Folha de S. Paulo, que criticou o “Vale Cultura”, lançado na última quinta-feira, em São Paulo, pelo presidente Lula.
No final de semana, ele gastou boa parte de sua coluna para desfilar um rosário de críticas ao “Vale Cultura”, com direito a chamada de capa do jornal destacando o risco de “desperdício” de dinheiro público. Em artigo anterior, no mesmo jornal, Dimenstein já havia dito que tinha receio de que “com esses R$ 800 milhões se estimule, com dinheiro público, acesso à cultura exclusivamente comercial”.
Neste novo artigo, ele aprofunda seu argumento de que o dinheiro seria melhor utilizado para estimular a presença de público em eventos já existentes, que seriam gratuitos e pouco frequentados. Diante da observação anterior, imagina-se que os tais eventos seriam, por exemplo, as exposições do Masp, na Avenida Paulista, ou algum outro santuário da “verdadeira” cultura não comercial.
Na verdade, em nome de atacar a iniciativa do governo, o “vale tudo” da mídia faz boa parte da crítica perder-se em uma linha de argumentação com um tal grau de elitismo, hipocrisia e preconceito que remete a outras épocas da história recente da humanidade. Durante anos, décadas, com raras exceções, a mídia nacional tratou a cultura em geral como um assunto de elite - rica, claro, branca, sob influência imperial européia e, depois, americana, e de costas para a América Latina.
Talvez por isso seja tão difícil aceitar que o povo - que ainda tem a liberdade de escolha! - vá gastar “dinheiro público” para assistir um show de Vitor & Léo, um filme de atores globais ou comprar um livro de auto-ajuda. Mas, como disse um amigo artista, o importante de tudo isso, no mínimo, é que as pessoas, em milhares de casos, entrarão em um teatro pela primeira na vida, ou comprarão um livro para ler.
Nunca é demais lembrar que, atualmente, devido a inclusão cultural proporcionada pela internet, a cena independente nacional floresceu principalmente fora dos grandes centros urbanos e nos subúrbios do país. Aliás, um tema que também mereceu a crítica do mesmo jornal por conta do apoio público aos festivais, como se isso fosse um “crime”, e não um dever do Estado para com a sociedade.
A crítica ao “Vale Cultura”, em última instância, é a mesma que fazem ao “Bolsa Família”, compreensível para quem ainda não aceita a emergência social de uma ampla massa de brasileiros. Se antes erraram quando afirmaram que o dinheiro para comida estimularia a vagabundagem, agora devem morrer de medo de entrar em um teatro e encontrar um pobre sentado ao seu lado. E o mais divertido, em uma peça de Shakespeare.
* Fernando Rosa é editor do portal Senhor F e, quando adolescente de subúrbio e office-boy, economizava o dinheiro do almoço para ir ao cinema, comprar discos e livros.
Estar em Brasília não é só um opção, é uma excelente oportunidade para se informar de como andam as coisas na capital federal. E a música independente também precisa lutar e saber dos seus direitos. Pensando nisso o mago mestre do jornalismo roqueiro do Brasil, Fernando Rosa, está com seu blog de música e legislação, onde debater sobre o futuro do mercado e do meio independente é fundametal. Quem sabe as questões quanto a isso não fiquem apenas na mão de meia dúzia de figuras, do alto clero da Abrafin e dos meios de comunicação Rio-SP. A coisa é bem mais embaixo. Parabéns ao Fernando Rosa.
Os gaúchos do Superguidis finalizaram em Brasília, a gravação do seu terceiro álbum, que sucede os discos “Superguidis” (2006) e “A Amarga Sinfonia do Superstar” (2007), dois discos excelentes que elevaram a banda como uma das melhores da cena independente. Parceiros de Fernando Rosa e seu site Senhor F, o disco foi gravado na capital federal no estúdio Daybreak, de Philippe Seabra, produtor do disco. Segundo o site SenhorF, o álbum ainda está sem nome e terá 11 canções alternadas entre pegadas mais fortes e canções, algumas com uso de cordas. A previsão de lançament é o primeiro semestre deste ano. O novo álbum do Superguidis também será lançado na Argenina, pelo selo Scatter Records. Segundo SenhorF, o álbum também será distribuído na Europa.
Rodrigo Lariú é o mestre mor da Midsummer Madness, a gravadora independente que completa 20 anos em 2009. No início do mês ele já havia batido um lero com Marquinhos Espíndola, do Diário Catarinense, agora é a vez do jornalista Fernando Rosa, do site Senhor F, a bater um lero com Lariú e seus 20 anos de independência.
Para Santa Catarina a figura de Lariú é de extrema importância. Se não fosse por ele, muitas bandas boas do Estado catarinense não teriam praticamente existido para um público digamos que mais seleto. Sleepwalkers, Superbug, Verano e outras bandas, figuram o cast da Midsummer Madness. Os mais novos “contratados” são os rapazes de Cassim e Barbária, que embarcam em março para o South By Southwest, no Texas. Fábio Bianchini com seu projeto Os Gambitos também estão no cast da MM.
E a piazada do programa Rádio Bar da Unidavi FM de Rio do Sul/SC, é destaque na página do SenhorF nesta sexta-feira, 15. Ficou muito massa e eles estão de parabéns.
O programa RadioBar vai ao ar todas as quartas-feiras, 22 horas com reprise aos sábados às 17 horas e é apresentado por Rafael Beling e Tiago Amado.
É de graça, portanto aproveite os presentões que o SenhorF Virtual está dando esta semana. O primeiro lançamento é o Volume I da coletânea The Original Brazilian Pebbles, que reúne raridades das bandas garageiras do Brasil entre 1965 e 1969.
O segundo, é mais um single da Phonopop, banda brasiliense que na virada do milênio de uma importante contribuição musical para o movimento das bandas independentes. Liderados por Fernando Brasil, o Phonopop faz uma música melhor que a outra. Confira em SenhorF Virtual as músicas “Puro Veludo” e “Náugrago”. Eita nóis! Boa segunda para todos!
Direto de Recife, Pernambuco, a banda Volver está com seu novo disco “Acima da Chuva” no Myspace, iteiramente para download. Com 11 faixas, o material ficará para download gratuito por um mês, depois a banda fará o lançamento da versão física. “Acima da Chuva”, é o 11º lançamento de Senhor F Discos, de Brasília.
Segundo o site Senhor F, Volver afirma-se como uma das bandas mais importantes da cena independente desta década. Em canções como “Pra Deus Implorar”, “A Sorte” e “Clarice”, entre outras, o cantor, guitarrista e compositor Bruno Souto confirma seu talento autoral. “Acima da Chuva” consolida a carreira e sustenta, com qualidade autoral e poética, a projeção conquistada com o disco de estréia. O novo disco também revela uma grande qualidade instrumental.
Volver surgiu em Recife em 2003, com o hit “Você que Pediu”, música de abertura de seu primeiro disco. Lançado por Senhor F Discos, “Canções Perdidas Num Canto Qualquer” projetou a banda no país e no exterior, onde chegou a liderar listas de melhores do ano na Espanha. Donos de um ótimo show, os recifenses também destacaram-se nas plataformas dos festivais independentes.
Volver é formada por Bruno Souto (vocal e guitarras), Fernando Barreto (baixo e vocasi) e Zeca Viana (bateria). O disco teve a participação de Diógenes Baptistella na guitarra, integrante original da banda, atualmente vivendo na Itália. O disco foi gravado no Estúdio Mister Mouse, em Recife, com produção de Léo D., Wllliam P. e da própria banda.
Boa notícia vinda de Gustavo Kaly, o Moura da banda Stuart, blumenauenses agora radicados na capital paulista, é a nova possibilidade de download gratuito do novo álbum dos blumenauenses. “Teatro que celebra a extinsão do inverno” está totalmente disponível no site SenhorF. Além do Myspace, Fernando Rosa dá a sua benção no trabalho da gurizada que ficou pra lá de supimpa.
Além das músicas, você poderá também baixar a capinha para montar seu próprio CD. Baixa lá ôh!
A parceria entre o selo Senhor F Discos, de Fernando Rosa e o plebe rude Phillippe Seabra com a banda acreana, Los Porongas, azedou. Num comunicado colocado neste domingo, 1º de junho, no site Senhorf, Fernando e Phillippe lamentam a atitude da banda em assinar um contrato com a produtora paulista Barravento Artes. Putinhos da vida, a dupla de Brasília fala que no selo, a banda que é lá do “cú” do juda, teve uma grande visibilidade para todo país. Confira a nota abaixo, na íntegra.
Nota de esclarecimento
A banda acreana Los Porongas não pertence mais ao “cast” do selo Senhor F. Por decisão unilateral, a banda assinou contrato com a produtora paulista Barravento Artes. Com isso, o selo Senhor F Discos não mantém mais nenhum vínculo presente e futuro com Los Porongas. Os direitos sobre o disco de estréia, lançado em 2007, bem como a edição do DVD licenciado pelo Itaú Cultural, permanecem com o selo.
O selo Senhor F Discos estranha a decisão que rompe com uma trajetória que, em pouco tempo, deu visibilidade nacional para a banda. Ao longo desse período, o selo propiciou condições e qualidade técnica inéditas para a banda gravar seu primeiro disco. Também contribuiu decisivamente para a orientação artística e estratégica da carreira, que resultou rapidamente em novos espaços, inclusive internacionais, e produtos.
Mais do que o afastamento da banda do selo, Senhor F Discos lamenta a condução do processo que reproduz velhos esquemas supostamente superados. Assim, os fatos apontam para o afastamento da banda dos espaços, conceitos e compromissos que norteiam a cena independente. O selo Senhor F, por sua vez, mantém sua trajetória de apostar na construção de uma nova realidade, que contemple não apenas um novo “mercado”, mas também novas formas de relacionamento.
Há muito tempo que o site SenhorF é o Santo Graal do rock brasileiro. Desde o lançamento do primeiro EP virtual, da nossa saudosa (agora é saudosa) Pipodélica, Fernando Rosa e seus comparsas são responsáveis por uma importante contribuição para a divulgação das bandas do independente. Na carta de vinhos deste mês de maio, a banda mineira Radiotape faz sua estréia no portal com o excelente primeiro álbum, Pequenas Coisas Me Fazem Feliz.
O power trio formado por Adílson Badaró (guitarra e voz), Lucas Sallum (baixo) e José Caputo (batera), mostra um primeiro disco excelente e com uma boa pegada. Em SenhorF, os mineiros colocam todo o álbum para download, são 11 músicas para o deleite dos internautas wrockers.
Junho promete ser quente. O frio do inverno vai pro saco com a Domingueira Cambuca Rock, organizado pela Cambuca Produções, liderada pelos Lenzi Brothers. No dia 08 de junho, o JB Rock Pub de Balneário Camboriú será palco das apresentações de Superguidis (RS), Lenzi Brothers (BC), Mordida (Ctba) e Dramaphones (RiodoSul), que irão fazer a fextênha do domingão do Matheusão
A Domingueira Cambuca Rock será mais uma grande festa do rock independente em Santa Catarina. Na compra do ingresso antecipado por 12,00 ou por 18,00 na hora, você leva o novo cd dos lenzi. Se você quizer só o ingresso, pode pagar 10,00 antecipado ou 15,00 na hora.
Pra você que tá meio por fora, Superguidis é certamente um dos maiores destaques do Rock independente dos últimos 2 anos no Brasil, sendo aclamada e tocando nos mais importantes festivais independentes possíveis. Mordida vêm com seu rock mod divertido e o melhor show de Curitiba. Os Dramaphones são uma garotada esforçada e talentosa de Rio do Sul que vem divulgar seu novo single disponível no seu myspace. E os Lenzi Brothers, bem, como você já sabe, lançando o novo disco.
A realização é de Cambuca Produções com o apoio de Mundo 47, Valvula Rock, Barba Ruiva no JB Pub 08 de junho.
Cambuca Produções:
O nome é novo, mas as ações já vem acontecendo desde 2005 no Rock Catarinense. Com a produção de eventos como “Grito Rock Baln. Camboriú”, “Noite Senhor F em Florianópolis”,” Festival Cambuca Rock” em parceria com a Prefeitura Municipal de Balneário Camboriú e 14 edições do Projeto Lenzi Brothers Convida, trazendo importantes bandas do cenário catarinense e nacional como: Vanguart, Faichecleres, Autoramas, Sapatos Bicolores, Pipodélica, Flutuantes, Superguidis, Relespública, Aerocirco, Mordida entre outras . Trata-se da produtora encabeçada pelos irmãos Lenzi , que através da sua perseverança e crença no Rock Catarina já produziu grandes momentos para o rock independente por aqui, e em junho traz a primeira “Domingueira Cambuca Rock” no JB em Balneário Camboriú.
Pistoleiros: grande influência para as bandas do folk
Pipodélica: disco saiu pelo selo paulista Baratos Afins
Repolho: Campo e Lavôra ainda mais clássico
Fernando Rosa é definitivamente um mestre. E ele deve saber, que seu portal é e foi fundamental para que esta lista, dos 50 discos mais importantes do independente nacional, fossem linkados por ele, pois o site do próprio Fernando, tornou-se uma importante referência para que essa cena fosse mais divulgada e influênciada para que outras bandas aparecessem.
A lista do Senhor F incluí grande parte dos estados Brasileiros. Santa Catarina é lembrada pelos discos das falecidas bandas Pipodélica, Os Pistoleiros e os atuantes irmãos Panarotto, da Repolho. A primeira foi lembrada pelo disco Simetria Radial, lançado pelo selo Baratos Afins e a segunda, lembrada pelo mitológico EP com seis músicas que definitivamente deu novos rumos para o folk rock nacional. Infelizmente, as duas bandas citadas por Fernando, não existem mais. Ja a Repolho está no seu terceiro disco cheio e é uma das fortes referências da música catarinense para o Rio Grande do Sul e outras cidades Brasileiras. Eu colocaria ainda Honestidade Não Enche a Barriga, da Stuart. Já no geral da lista, eu corroboro com Rosa e concordo que grande parte dos discos citados são fundamentais para que alguém sem noção, entenda o que realmente é o indie rock nacional.
1.Acabou La Tequila – O som da moda (RJ)
2.Astromato – Melodias de uma estrela falsa (SP)
3.Autoramas – Stress, depressão e síndrome de pânico (RJ)
4.Beto Só – Lançando sinais (DF)
5.Bidê ou Balde – Se o sexo é o que importa, só o rock é sobre o amor! (RS)
6.Bois de Gerião – Bois de Gerião (DF)
7.Brincando de Deus – Brincando de Deus (BA)
8.Cachorro Grande – Cachorro Grande (RS)
9.Cordel do Fogo Encantado – Transfiguração (PE)
10.Eletrola – Eletrola (PA)
11.Faichecleres – Indecente, imoral e sem-vergonha (PR)
12.Frank Jorge – Carteira nacional de apaixonado (RS)
13.Galinha Preta – 3 em 1 (DF)
14.Grenade – Is an out of the body experience (PR)
15.Júpiter Maçã – Uma tarde na fruteira (RS)
16.Laranja Freak – Brasas lisérgicas (RS)
17.Lobão – A vida é doce (RJ)
18.Los Hermanos – O Bloco do eu sozinho RJ)
19.Los Pirata – Los Pirata (SP)
20.Los Porongas – Los Porongas (AC)
21.Mopho – Mopho (AL)
22.Móveis Coloniais de Acaju – Idem (DF)
23.MQN – Hellburst (GO)
24.Mundo Livre S/A – Carnaval na Obra (PE)
25.Nação Zumbi – Toda fome (PE)
26.Os Atonais – Em amplitude modulada (RS)
27.Os Gianoukas Papoulas – Panorâmica (SP)
28.Os Pedrero – Hard rock dreams … (ES) 29.Os Pistoleiros – Os Pistoleiros (SC)
30.Pelebrói Não Sei – Positivamente mórbido (PR)
31.Phonopop – Já não há tempo (DF) 32.Pipodélica – Simetria radial (SC) 33.Prot(o) – Prot(o) (DF)
34.Relespública – E o rock and roll Brazil!? (PR) 35.Repolho – Repolho (SC)
36.Retrofoguetes – Ativar Retrofoguetes! (BA)
37.Sapatos Bicolores – O Clube quente dos Sapatos Bicolores (DF)
38.StereoScope – Rádio 2000 (PA)
39.Suite Super Luxo – El Toro! (DF)
40.Superguidis – Superguidis (RS)
41.The Dead Billies – Heartfull sessions (BA)
42.The Maybees – The Maybees (SP)
43.Thee Butchers’ Orchestra – Golden hits by … (SP)
44.Vanguart – Vanguart (MT)
45.Vídeo Hits – Doces, refrescos e tratamentos dentários (RS)
46.Violins – A redenção dos corpos (GO)
47.Volver – Canções perdidas num canto qualquer (PE)
48.Wado – Cinema auditivo (AL)
49.Walverdes – 90 graus (RS)
50.Wander Wildner – Paraquedas do coração (RS)