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Costeletas joga primeira música na web

quarta-feira, 25 de agosto de 2010

foto-divu

“Brotinho” é a primeira música gravada em estúdio pela banda Costeletas de Rio do Sul.

Apesar de várias outras gravações de ensaios de músicas autorais postadas na internet, Brotinho é a primeira música dos Costeletas, banda de Rio do Sul, Alto Vale de SC,  a ficar pronta para ser encaixada no esperado CD da banda.

A música debutante conta uma história curiosa e seus comentários hilários, mesclando fatos e histórias de pescador, deixando no ar uma certa dúvida.

Quanto aos Costeletas, estão nesta formação desde 2006 e prezam por mostrar seu trabalho de musicas próprias aos que gostam de rock com qualidade e sem frescuras. Trás influências do rock inglês sessentista, as raízes americanas dos anos 50, jovem guarda, rock nacional e independente.

As músicas estão disponíveis para download no

www.tramavirtual.com.br/costeletas

www.mgs.org.br

www.myspace.com/costeletas

Trilha do Rock consola os órfãos do Tschumistock

terça-feira, 10 de novembro de 2009

Parachamas será atração do Trilha do Rock em Corupá.

Não tem Tschumistock este ano em Rio do Sul. Pela primeira vez, desde 1995, não teremos o festival ao ar livre mais tradicional de Santa Catarina. Mas um surge para consolar o povo e tocar o terror em três dias. Acontece no próximo fim de semana o Trilha do Rock, organizado pelo pessoal da Psicozenda Rockadélica, na cidade Corupá, em Santa Catarina.  Confira a programação. Essa semana vou atrás de outras informações, já que a pessoas que me mandou isso não me deu detalhes do local e compra desses ingressos.

Sexta 13

Kanaã

http://www.myspace.com/kanaaband

Os Impublicáveis

http://bandaosimpublicaveis.blogspot.com

Vlad V

http://www.vladv.com.br

Sábado

Atacama

http://www.orkut.com.br/Main#Community?cmm=63218993

Ninguém Sabe

http://www.orkut.com.br/Main#Community.aspx?cmm=14547772

Parachamas

http://www.myspace.com/parachamas

Deserta

www.fotolog.net/deserta

Lord Herby

www.lordherby.com.br

Palheta do destino

http://wwwpalhetadodestino.blogspot.com/
www.myspace.com/palhetadodestino

Domingo

Lótus de Sheik

http://www.myspace.com/lotusdesheik

Cafeinol

www.myspace.com/cafeino

Karadura Blues Brothers

www.myspace.com/karadurabb

Valor do Passaporte R$ 25,00

Ingresso por dia R$ 15,00

Má notícia: não teremos Tschumistock em 2009

domingo, 23 de agosto de 2009

É, a notícia é ruim, para não dizer péssima pro róque catarina. Não haverá Tschumistock neste ano. Depois de 13 anos consecutivos de festival, o mais tradicional e eclético (em termos de rock) festival catarinense fará um hiato indeterminado. Rafael Tschumi, organizador do festival, mandou o recado no Fermata, coluna que publica em jornais na região de Rio do Sul, Alto Vale catarinense, cidade sede do Tschumistock.

No seu comunicado, Rafa não precisa se o festival acabará para sempre, mas não dá letra se haverá em 2010. Desde 1998, quando o evento ficou realmente grande, foi visível a dificuldade do pessoal lá de Rio do Sul em organizar o festival que geralmente durava três dias e levava cerca de 30 bandas para o sítio da família Tschumi. Para Rafa, 2009 poderá ser uma espécie de férias, mas o clima pesado que pesa sobre a mente do organizador retrata a situação caótica que é apoiar um evento deste porte em Santa Catarina.

Primeiro o lado governamental. As famosas SDRs (Secretarias de Desenvolvimento Regional), criadas pelo governador Luiz Henrique, não absorveram a magnitude do festival. Houve um certo apoio tímido nos primeiros anos destas secretarias, mas a falta de uma política estadual para incentivo da cultura, com certeza pesou. Outro culpado, o município de Rio do Sul, sempre deu um apoio, mas nunca ajudou de fato na hora de pagar alguma coisa. Governos entraram e saíram, e nenhum deles se deu conta da contribuição social e cultural que o festival deu ao estado de Santa Catarina.

Rafael Tschumi cita isso no comunicado, apontando motivos para a paralização do festival - “ Falta de apoio do poder público. É obrigação do estado dar cultura ao povo, não do setor privado. Apesar de termos recebido algum apoio de alguns governos, as desculpas são mais comuns. Como certa vez contei em entrevista: “desde 1998 bato na porta de órgãos públicos solicitando apoio, e isto me ensinou que política funciona simples assim: quem quer sempre arranja um meio, que não quer, uma desculpa.” Relata Rafael.

Outro ponto citado por Rafa, é o empobrecimento cultural do público. Concordando com a posição de Tschumi, o público cada vez mais não se prepara para absorver uma cultura musical diferente, a não ser o que a mídia vomita todos os dias. A renovação do público do festival se tornou difícil, porquê o povo dos primeiros anos, hoje são homens casados ou foram morar em outras cidade. Eu ainda acredito que na própria cidade de Rio do Sul, o apoio do público não foi satisfatório. Muita gente via o festival com maus olhos, talvez preconceito de cidade pequena com um bando de roqueiros enfiados num sítio distante.

O festival jamais visou lucro para seus organizadores, por isso ele nunca foi barato para se fazer. Durante anos testemunhei os reclamos do próprio público, que chorava ao pagar R$ 20 pilas por três dias de rock e mais de 30 bandas. Idiotas, pois com tanto reclamo, choro, o festival acabou, logo para quem gosta e chora este tipo de mingua.

Um reclamo interessante de Rafa, é com relação a burocracia para se fazer um festival, mesmo que ele tenha fins de caridade. Taxas, alvarás em excesso, além daquela tradicional taxa ridícula do ECAD, que jamais pagou um puto para as bandas que tocaram lá.

No final da carta, Tschumi agradece o apoio de várias pessoas que sempre oportunizaram espaço para o festival. Nisso, Rafa está totalmente certo. Além do apoio da mídia catarinense, através da imprensa, os poucos patrocinadores também merecem destaque. Alguns há anos ajudando, sempre antenados na cultura e no target bacana que é patrocinar um festival de rock. O Tschumistock também agradece imensamente às bandas, que além de não receberem para tocar, sempre procuravam a organização para ter uma “oportunidade” de se apresentar no palco.

Eu sou testemunha ocular disso tudo. Em tantos anos de festival, eu perdi apenas duas edições. Nas primeiras fui colaborador direto do festival, ajudando na organização. Em 2001 fiz o meu documentário, “Tschumistock - A Casa do Rock”, depois realizei um sonho, apresentando com a banda The Colors, da qual eu tocava, em 2005. Passei por todos os estágios no Tschumi e para mim, ele jamais vai morrer. Vamos torcer com toda certeza, para que essa chama não se apague totalmente.

Tschumistock faz a doação dos alimentos arrecadados

quarta-feira, 3 de dezembro de 2008

Da assessoria: 

Dona Maria falava entusiasmada dos presentes que espera no natal, enquanto descarregava alimentos, na Conferência São Vicente de Paula. No Lar da Menina Desamparada, duas garotas contavam e ajudavam a descarregar mais alguns mantimentos.

As entidades foram beneficiadas com os donativos arrecadados durante o Tschumistock 2008. O evento que aconteceu entre os dias 14 e 16 de novembro arrecadou mais de 400 kg de mantimentos que foram repassados na sexta-feira, 21, as crianças e idosos rio-sulenses.

O festival estabeleceu como regra para compra de ingresso, a doação de um quilo de alimento não perecível.  A prática é realizada a vários anos e já contribuiu com diversas entidades do município e da região.

 

Nota Mundo47: vale lembrar que todos os anos, a galera do Tschumi faz esta coleta e doação de alimentos. Sempre comprovaram que entregaram. Muito bacana e o povo tá de parabéns. 

 

Tschumistock: Família rock and roll

terça-feira, 18 de novembro de 2008

Seu Emílio, Rafa e D. Terezinha na foto de Glaycon Covre

Excelente! Marquinhos Espíndola pegou o espírito da coisa nesse Tschumistock. A família Tschumi. Sem ela e a compreensão de seu Emílio e dona Terezinha, esse festival não aconteceria. Na edição impressa do Diário Catarinense de hoje, na contracapa do jornal, uma matéria e foto página inteira com a família rock and roll. 

Se você não tem como comprar o jornal, leia na versão online

Drops de uma madrugada de terça…

terça-feira, 18 de novembro de 2008

# o assunto da semana no meio indie é um possível namoro entre o ex-Los Hermano, Marcelo Camelo (31) e a ninfeta fofa do folk brazuca, Mallu Magalhães (16). A menina deu a letra nos camarins do festival Planeta Terra, realizado na semana passada e os rumores são grandes, já que no Orkut da guria, existe um desenho dela abraçando o eterno barbudo carioca, bem ao estilo Juno. 

# well, e o que o rock tem a ver com isso? Olha, no meio internético o que rola mesmo é piada. Já tão chamando o Marcelo de papa-anjo e pedófilo, tudo por enquanto numa brincadeira sadia, mas como diz os sites de fofoca, as assessorias dos dois artistas não negam e nem afirmam que estão juntos. 

# eu não tenho tanta opinião sobre esses namoros de uma grande deferença de idade, só acho que o namoro pode ajudar ou estragar a carreira dos dois. Tenho dois medos: 1 - que isso seja mais uma estratégia de marketing de algum lunático que assessora ambos. 2 - que Marcelo Camelo se torne uma espécie de Jerry Lee Lewis que quando tava com quase trinta, casou com a prima de 14 anos, ai sua carreira iniciou uma profunda, abissal mergulho sem volta. Pode acontecer o mesmo com o novo casal. O mais pior ainda é que Mallu e Marcelo não serão mais tanto citados na internet, revistas e programas de fofoca por suas músicas, mas sim pelo relacionamento de um cara mais velho com uma menor. Bom, se for real essa história de relacionamento, que sejam pelo menos felizes…

# excelente o nível do clipe de “Catastrofismo”, dos catarinas/paranaenses do Cassim e Barbária. Excelente edição e a própria música é muito foda. Segundo consta, além dos EUA, em 2009, a banda também vai se apresentar no Canadá. Daqui há pouco tão no Alasca. 

# Muito bacana a participação do Lelé da Caverna no Tschumistock. Nacaruda, Lelé foi para Rio do Sul e ajudou a organização do Tschumistock como pôde. Até apresentador das bandas o 48 foi. Lelé e seus irmãos do Da Caverna, também são heróis da classe roqueira de SC. A nota triste é que em 2009 possívelmente não teremos o Rural Rock Fest. Motivo: falta de patrocínio. Lelé promete uma edição foda para 2010.

 

# o maior site sobre os Beatles na lingua portuguesa, o www.thebeatles.com.br , está de cara nova. JC, responsável pela edição online do site, está de parabéns por manter por tanto tempo uma publicação, mesmo que online, de notícias da maior banda de todos os tempos, os Beatles. Passa lá e dá um confere. 

# tem álbum de fotos do Tschumistock 2008 aqui, aqui e aqui.

Tschumistock 2008: um vídeo da Euthanasia

segunda-feira, 17 de novembro de 2008

Uma homenagem e um presente para o pessoal da Euthanasia, uma pequena filmagem da música “O Céu, o Mar”, executada na madrugada de domingo lá em Rio do Sul, no Tschumistock. A música foi composta pelo Marcelo Mancha e Felipe Damo, chapas das épocas do bloco 12 da Univali. Confira!

Drops: especial Tschumistock

segunda-feira, 17 de novembro de 2008

# e veio a segunda-feira. O Tschumistock 2008 faz parte do passado e já deu uma baita saudade do festival. Foram dois dias fantásticos lá na minha cidade natal, Rio do Sul, que em geral dá pouca bola para o Tschumistock e não vê o quanto ele faz bem para a cultura rock and roll de Santa Catarina. Aos heróis riosulenses que todos os anos fazem o festival acontecer, meus parabéns. 

# vendo no folder, noto a falta da presença do apoio da Prefeitura de Rio do Sul. Numa cidade que dizem crescer com obras e realizações, a cultura anda cada vez mais pobre. O rock é cultura sim e o município poderia estar mais presente. Fica um alerta para as autoridades locais. 

# o Tschumistock deste ano foi muito bem divulgado. O apoio bacana dos veículos de comunicação foi fundamental. O Diário Catarinense fez matérias especiais e enviou até um representante, Marquinhos Espíndola. Nas imagens, Glaycon Govre, já veterano de coberturas no Tschumistock. Falando ainda em divulgação, na volta eu topei por diversos outdoors do Tschumistock. Um deles bem na entrada de Indaial. 

# ajudou mais ainda na divulgação, a formação de uma assessoria de imprensa. As meninas da Adove Assessoria que cuidaram dessa parte. Divulgando para a imprensa de toda Santa Catarina, que o Tschumistock existia e que era uma baita festa. Parabéns para a Lenne, Maíra e Kareen. 

 

# o Jorge Krieger é outro lutador. Ano após ano o homem está na maratona de coordenação do palco. Ele é a voz que chama as bandas e também dá os recados. Como bem o Jorge falou, é um festival que acontece no amor, tanto dos organizadores, que dão seu tempo para fazer o Tschumistock acontecer e de outro lado das bandas, que passam por um peneirão para vir tocar na faixa em Rio do Sul, apenas pelos custos de transporte. 

# a figura central da família Tschumi também merece levar os louros. Seu Emílio Tschumi, dona Terezinha e os filhos  Daniel e Rafael Tschumi, seguram a onda todos os anos. Rafa que é o idealizador da festa, desde 1995 lá na época do segundo grau no colégio Ruy Barbosa, tem uma paciência incrível e todos os anos reúne energia para fazer o Tschumi acontecer. Rafa é um retrado do seu Emílio, outro poço de paciência que sabe que com 13 anos de Tschumistock, a missão da família Tschumi se revigora a cada edição. 

# como falei acima, o Marquinhos Espíndola fez considerações importantes sobre o festival. As primeiras estão no Blog do Marquinhos e as outras na Contracapa do Diário Catarinense desta segunda-feira. Rubens Herbst, responsável pelo Orelhada, do jornal A Notícia, também deve estar aprontando das suas nessa segunda. 

# perdi a chuva do domingo e o show dos chapas do Parachamas - que na minha opinião deveriam ter tocado na sexta ou no sábado. O Dramaphones, boa revelação da safra de Rio do Sul, também fez sua apresentação no domingo. Disse a Lenne hoje pelo MSN, que com a chuva, a galera apavorou.  Todo mundo sabe que um bom Tschumistock que se preze, deve pelo menos cair uma águazinha. E não é que caiu um toró daqueles grandes. 

# o mais legal de ir num Tschumistock, é o intercâmbio entre bandas. Todo mundo se encontra nestes festivais, trocam idéias, propostas de parceria e também jogam conversa fora, tudo isso regado a muita cerva. Meu momento bebum foi no final do show da Old Machine, com vários chapas na frente do bar falando merda, literamente. Coisas impublicáveis foram faladas lá. Me lembro da rodinha com Marzio Lenzi, Faccio, vocalista dos Variantes…  pera ae que tinha mais gente, vou lembrando aos poucos… 

# o bar e a cozinha, dois lugares fundamentais para quem tava afim de sobreviver neste Tschumi, foram pontos de referência na festa. Primeiro o bar, que vendia bebida gelada (eu disse gelada) a preços muito acessíveis. Já na cozinha, os rangos produzidos eram de alto nível. Ainda por cima eram bons, coisa rara neste tipo de festa. Até caldinho de feijão no copo rolou. 

# para não ficar só babando ovo, vou fazer minhas ponderações. A estrada não tava lá aquelas coisas, pra quem tinha 1.0 como eu, a coisa apertava antes de chegar no sítio, depois rolava na buena. O conforto de estacionar na frente do palco, trouxe alguns problemas. Tinha neguinho que trancava tudo. Se tu fosse embora por algum motivo antes da festa, perdia a viagem, pois para achar o desgraento que deixou o carro jogado na rua, era coisa difícil. O pessoal da sonorização se esforçou muito, reconheço, mas em alguns momentos as bandas precisavam de ajuda de amigos, para que a banda fosse audível na sua cantoria, sem falar naquela merda de gelo seco, que não serve para nada  e é um custo a mais para quem contrata um show pagar. Dei um alô pro Rafa Tschumi, em 2009 manda o cara do gelo seco pastar. 

 

 

# o metal perdeu um pouco de espaço este ano, mas seus representantes foram dignos. Não vi muito bem todos, mas vi que para a massa do metal, eles fizeram bem o seu papel. Rhestus e Sodanmed, realizaram apresentações furiosas. A Rhestus mesmo, que é uma das mais antigas do Estado, parecia estar com um pastor evangélico no palco, colocando o capeta no cara. 

# acho que foi do Daniel Tschumi uma frase que até o Marquinhos reproduziu na Contracapa, que o Tschumi 2008 tava tão bom que tinha mulher, não tinha chovido até então e estava dando lucro, segundo levantamentos preliminares na portaria.

Tschumistock: Euthanasia/Old Machine/Karadura Blues

segunda-feira, 17 de novembro de 2008

Mancha conduzindo o Euthanasia no último show

Já era quase 1 hora da manhã. Chegava o momento da Euthanasia fazer a sua apresentação, a última no Tschumistock. Pela quarta vez, Marcelo Mancha, Jean, Kauê e Heráclito pisavam no palco do Tschumistock como Euthanasia. O ciclo da banda no festival estava acabando. Já era domingo de madrugada, quando o Lelé da Caverna me incumbiu de ir à frente do palco e anúnciar o show dos manezinhos. Para mim foi uma grande satisfação, eu fui um dos incentivadores que levou a Euthanasia e outras bandas pela primeira vez ao Tschumistock, em 1998. Éramos colegas de faculdade, eu e Mancha, falávamos da cena e o Mancha me apresentou diversas bandas que eu ainda não conhecia, como Caenitas, Los Chick Magnets, Ambervisions, Epitaph e outras. 

 

Agora com Jean no início do show no palco do Tschumi

O show foi recheado dos grandes hits da banda que está desde 1992 na estrada. Quando eu comecei a ouvir Nirvana, esses caras já estavam tocando juntos e saindo por ai na época das turnês a base da venda de fitinhas demo. No show, faixas do EP Virgínia, como “O Céu, O Mar”, composição do Mancha com o Jornalista Felipe Damo. No lugar de Kinho Isaac, mandando brasa nos vocais, Vitão, vindo diretamente da Califórnia para compor o novo projeto encabeçado pelo Mancha, a Estrutura L.I.M.B.O. A força das vozes e dos instrumentos de Mancha e Jean, juntando com a cozinha percussiva de Heráclito e Kauê, fizeram do show da Euthanasia, uma das apresentações com maior emoção do Tschumistock. Na saideira do festival, a certeza do seu papel e dever cumprido no palco de Rio do Sul. 

Chacal e sua nova Gretsch

O combo da Old Machine em apresentação correta e objetiva

Colocando mais peso e harmonia nesse caldeirão sonoro, em seguida é a vez da estreante no Tschumistock. A Old Machine, de Joinville, quebrou todos os paradigmas de uma estréia. O show foi muito quente e pelando ainda mais, as composições do disco da Old Machine, lançado neste ano, um dos melhores lançamentos de rock de 2008 em Santa Catarina, deixando a platéia louca da vida. Assisti estratégicamente a segunda parte do show da Old Machine na frente do bar (sem cervejas não rola né, não sou de ferro), onde pude perceber a reação da galera com o novo som da Old Machine, moderna e bem a frente, deixou de cabelos em pé, metaleiros e punks. 

 

Blues, rock, blues e Karadura na área

O último show de sábado foi inesquecível. Também de Joinville, o blues-rock do Karadura Blues Brothers. Um powertrio que empolgou os que restaram nas proximidades do palco. Mesclando composições próprias com covers digno de apresentações antológicas dos astros originais, o trio esquentou o finalzinho de noite e ao final, quando o silêncio já estava se programando para iniciar no Tschumistock, o Karadura fez um gran finale digno do melhor do blues rock. Fantástico show!

Tschumistock: calma que tem mais…

segunda-feira, 17 de novembro de 2008

Pessoal, to no apuro, como não deu para postar muita coisa de Rio do Sul, vou jogar aos poucos. Hoje ainda tem mais. Fiquem ligados, ainda há coisas sobre o último show da Euthanásia, a estréia da Old Machine e o supershow de encerramento de sábado, com Karadura Blues Brothers. Ainda tem drops especial Tschumistock e várias fotos interessantes sobre o festival.

Tschumistock: eles estão atoladinhos…

segunda-feira, 17 de novembro de 2008

Sobrou para a imprensa, mais especialmente para o motora do Diário Catarinense, ser o primeiro a ser guinchado do Tschumistock. Mesmo sendo uma edição com pouca chuva, a água havia caído em todo o Estado durante todo mês de novembro, outubro, enfim, lugares molhados por toda a parte. Mas Tschumistock é isso ai, o batismo é por meio de um veículo com lama, atolado ou um mergulho mosh veícular na lagoa, ainda bem que o carro da firma ficou somente atolado. Ah, devemos agradecer ao Maércio Tomio, pela delicadeza em ajudar um motora enfermo, com seu veículo atolado na grota do Tschumistock, sem ele, esse resgate não seria possível. 

Enquanto o motora penava para tirar o veículo do apuro, Marquinhos Espíndola, que já tinha alertado o homem, estava se esbaldando. Essa profissão é meio dura mesmo…

 

Tschumistock 2008: Variantes e Dissonantes

segunda-feira, 17 de novembro de 2008

Power trio do oeste, o Variantes fez o Tschumi pegar fogo

Eles vieram de longe. Vir de Chapecó para Rio do Sul não fácil, mesmo estado, mas muito chão. Esses guris não deram bola para cansaço. Pegaram seus instrumentos e debulharam o pau nas suas músicas, principalmente as do primeiro disco, Variantes, lançado recentemente. O Variantes, junto com os Dissonantes, eram os mais aguardados da noite e fizeram um baita show na arena do Tschumi. Na platéia a galera cantava letra por letra e pedindo além das músicas próprias do trio, alguém sempre gritava “Toca The Who!!!” e os fãs mais afoitos pelos ícones do mod, pediam “Pinball Wizard”. Para contentar a galera o cover foi de “Squeze box”, mesmo assim ajudou a levantar ainda mais o fogo durante o show. 

 

Curitibanos fazem o show mais dançante do festival

Para completar este tipo de som, faltava ainda os Dissonantes. Direto de Curitiba, os Dissonantes fizeram o show mais dançante do festival. Com seus rocks, a poeira levantou no Tschumi e não havia quem ficasse totalmente parado. Até mesmo na hora de bebericar uns goles de cerveja, o povo não parava. Um hit atrás do outro e mais uma vez, a maioria com as letras das músicas na ponta da lingua. Os Dissonantes não queriam mais ir embora. Curitiba não chega ser tão longe como Chapecó, mas por diversas vezes a piazada soltava frases como “Meu deus, isso aqui deveria existir em Curitiba” ou “Aqui é a verdadeira casa do rock”, enfim, sobrou até tempo para fazer uns covers de Stones e Beatles, mas no geral, os Dissonantes mostraram por que é uma das melhores bandas do Sul.

Tschumistock 2008: Liss e Lenzi Brothers arrepiam!

segunda-feira, 17 de novembro de 2008

Liss: aguardados pelos locais, fizeram apresentação fantástica

Em Rio do Sul a banda Liss ganhou um status de superbanda. Quando falo isso não é muito no quesito produção, os cara não tem produtor, roadie, operador de luz e mesa de som, não é isso, o que eu falo é que para os riosulenses, a Liss é o grande nome do róque. Bom, pelo menos para a maioria, pois um dos shows mais esperados no sábado era o da Liss. E na boa, eles não decepcionaram a platéia local e nem mesmo os de fora. Fizeram um grande show e mostraram tudo e muito mais do que era conhecido, pelo menos para mim. A Liss é aquela banda que a gente quer que dê certo, que vá para a frente, mas as dificuldades são muitas nesse meio do independente, mais ainda para uma banda do interior do Sul do Brasil, mas não custa tentar. Na sua primeira incursão no Claro que é Rock, de 2006, a banda foi injustiçada e poderia ter seguido para o show em São Paulo. Contratempos à parte e voltando ao show, em 2008 a Liss deve ter feito a sua melhor apresentação num Tschumistock. Com garra, energia e carinho para com todos que a cultuam. 

 

Irmãos Lenzi: rocks precisos e empolgantes para um final apoteótico

Quase o mesmo passa os Lenzi Brothers. O trio de irmãos lageanos, residentes em Balneário Camboriú, era praticamente a banda mais experiente do Tschumistock 2008. Sua ampla bagagem de rock and roll, que se iniciou em fextênhas de cover no litoral, passou perfeitamente na sua nova e definitiva fase, a do rock independente. Marzio, Matheus e Samuel, simplesmente detonaram suas músicas próprias como se fossem grandes clássicos. “Rockão, rockão, rockão, um atrás do outro, como se fossem grandes clássicos de rock, mas eram músicas do último disco, Trio e algumas dos outros dois discos anteriores, como “Grilo Verde”, tocada com a galera aprendendo a cantá-la a cada refrão. Lenzi Brothers foi mais uma banda que trouxe todas as tribos na mesma hora na frente do palco do Tschumi. O virtuosismo de Marzio na guitarra, fez surtir efeito na platéia, em minutos tava cheio de neguinho tocando air guitar, inclusive eu. Para finalizar a redonda e possante apresentação, os Lenzi tocaram um cover do Deep Purple, “Rush”, para finalizar a noite rock and roll com chave de ouro na cidade de Rio do Sul.

Tschumistock: O início de uma grande tarde de sábado

segunda-feira, 17 de novembro de 2008

Pio: esquentando ainda mais o sábado

A quente e ensolarada tarde de sábado foi aberta pelos guris da banda Cummings, de Brusque. Punk Rock na veia e influência clara de Ramones e Cia. Não consegui ver toda a apresentação, mas os “felizes” integrantes da Cummings, incendiaram o início da tarde. Pio Cummings estava endiabrado e com sede de fazer uma apresentação honesta e vitoriosa dos brusquenses que hoje tocam na festa da Rádio Diplomata, lá na terra da Havan.  Infelizmente eu não consegui ver o show da Fevereiro da Silva, também de Joinville, pois estava fuçando lá em cima nos acampamentos, como disse um leitor aqui, foi um equívoco, mas fica para a próxima vez, ainda quero fuçar o show desses caras melhor. 

Ursulla mostrou organização e precisão em seu show no Tchumi

 

Logo depois dos Cummings, a banda Ursulla, de Joinville, fez o seu debut no Tschumistock. O som  indie muito bem executado pelos integrantes, fez com que o público se acomodasse ordenamente no gramado do tschumi e apreciando uma cerveja gelada, a turma conheceu o poder das melodias da Ursulla em suas composições que elevam a banda como uma das com grande destaque no cenário catarina. Foi um belo show. 

Headcutters: blues, blues e mais blues, ganharam todas a tribos

 

Na seqüência, é a vez da melhor banda de blues de Santa Catarina. A Headcutters (ex-On The Rocks), fez um show antológico no palco em Rio do Sul. Mesmo com o calor infernal, os quatro estavam impecáveis em suas roupas de bluesmans dos anos 50 e com poucos minutos de som, eles já tinham ganho a platéia com o melhor do blues. Foi até bonito de ver, indies, punks e metaleiros juntos assistindo ao mesmo show e delirando com a presença de palco dos caras. Até mesmo seu Emílio Tschumi, dono do sítio, não largou a latinha de cerveja para ver o Headcutters.

Tschumistock consolida a cena do independente catarina

domingo, 16 de novembro de 2008

Que sábado! Que festival! Saiu tudo perfeito no segundo dia do Tschumistock 2008. Tempo bom (o que é raro, tanto que neste domingo chove em Rio do Sul), cerveja gelada a preços acessíveis, muita gente compareceu ao Tschumi este ano e o que é mais importante, uma banda melhor que a outra, tanto que não tenho coragem de arriscar qual foi o melhor show do sábado. Claro que tem os destaques da noite, mas seria muito leviano fazer uma listinha ou enumerar a colocação de cada uma. O Tschumistock está de parabéns. A organização na pessoa do Rafael Tschumi, Jorge Krieger, Adove Assessoria (meninas fantásticas), pessoal do bar, cozinha, portaria, enfim, tanta gente que se envolve na organização, que é complicado nomear todas. Mas o mais importante é destacar a paciência e companheirismo de um casal muito especial, Emílio e Terezinha Tschumi, pais do Rafael que há 13 anos sedem sua propriedade, onde proporcionam uma grande festa. Sem a paciência deles, acho que dificilmente esse festival aconteceria, parabéns a todos.

Tschumistock inicia priorizando produção local

sábado, 15 de novembro de 2008

Apicultores Clandestinos: criadores do Tobata Music

A primeira noite do Tschumistock trouze muita gente para o sítio da família Tschumi. Hoje dia 15, é feriado nacional, muita gente que trabalha aos sábados, está de folga hoje, e já na sexta esse povo aproveitou para agitar a primeira noite do festival. O companheiro de blogosfera, Marquinhos Espíndola, chegou loco na segunda banda, junto com o staff do Diário Catarinense. O fotógrafo Glayton e o motora, eles já experientes em matéria de Tschumistock. 

 

Rafa Tschumi e Os Costeletas: poder das guitarras e de uma cozinha bem “feita”

A estrada nesse ano estava boa. Apesar das chuvas da última semana, os últimos dois dias foram de sol no Alto Vale, porém na sexta de tarde deu uma chuvinha na cidade, o suficiente para molhar a grama e fazer aquele estrago ( que o diga o meu tênis). As assessoras de imprensa do festival, Maíra e Lenne, da Adove, nos recepcionaram muito bem e já disponibilizaram um quartinho numa casa que também é o bar - estratégicamente bem colocada - para deixar nossas coisas e tentar postar alguma coisa pela web. Bom, sinal da web até há, o problema foi o rabetinho de net da Tim que não ajudou nesta noite, tanto que estou postando agora aqui da casa do meu irmão. 

Six Six The Clown: músicas novas de uma banda novas com músicos experientes

O primeiro show que estava rolando quando eu cheguei, era da banda VIII Pecado. Os rapazes me pareceram até músicos experientes da night rock do Alto Vale, mas a escolha da maioria do repertório galgado no cover, tirou o brilho nas músicas próprias. A banda parecia estar fazendo um show para chamar o público para a segunda apresentação, dos também locais da banda Sonbook. O pessoal da VIII Pecado se esforçava para atrair o público, mas a escolha do repertório não foi muito feliz. 

Público prestigiou primeiro dia do Tschumistock

A Sonbook é uma nova banda de Rio do Sul, com músicos novos, mas com uma pegada muito boa. Mais uma vez a escolha foi de um repertório de cover, que praticamente dominou o primeiro dia. Com covers de Strokes, Artic, Weezer e outras bandas um pouco mais da atualidade, a Sonbook fez um show preciso e objetivo. Agradou a quem queria ouvir cover, praticamente. O mesmo valeu para a banda seguinte. Os Impossíveis são bons de palco, bons músicos, mas falta uma pegada e um feeling maior do vocalista. Os covers foram um pouco mais acertados, já que verdou para rock and roll puro, quase chegando no hard rock. Até “Born to be wild” foi executada, para o delírio dos mais metaleiros e motoqueiros, já que essa música é clássica de encontro de motoqueiros. 

Apicultores: saquinhos de mel eram jogados na platéia durante o show

A coisa começou a ficar bem mais interessante com a subida ao palco da Six Six The Clown. Foi uma banda que praticamente tocou músicas próprias e despertou interesse maior do público mais atento a novos sons. Formada por músicos já experientes em Rio do Sul, como Guiulle e Ramon, grandes compositores do rock riosulense, a Six Six The Clown fez um dos melhores shows da noite. Mais inspirado ainda estava o próprio Ramon, que conduziu com maestria o quarteto em sua pegada própria.  

 

Neguinho não tava com vontade de desplugar a guita

Numa mudança da grade de programação, a banda Apicultores Clandestinos fez a seqüência do festival. Um show impecável e cômico, os guris se apresentam dentro de roupas reais de apicultores. A cena dos quatro no palco lembra muito bandas como Man Or Astroman, Devo, Kraftwerk e outras que se influênciaram com elas, como os catarinas de Los Chick Magnets. Na minha visão foi o melhor show da noite. O som dos Apicultores é uma mistura de Sonic Youth, Noise e Surf Music, mas como em Rio do Sul não há sinal de mar, vamos dizer que o ingrediente pode ser creditado como TOBATA MUSIC, já que os famosos tobatas, ou microtratores, são populares no Alto Vale catarinense e nada melhor do que homenagear esse veículo para descrever o som dos Apicultores Clandestinos. Na cartela de covers da apresentação, a música “Nada” do Los Pirata, o restante todas composições da própria banda, algumas possíveis de encontrar no Trama Virtual da banda. 

Jorge: apresentador segura a onda enquanto a galera muda tudo

Para deleite dos fãs de metal, a Sodamned também priorizou músicas próprias, claro que todas metais extremamente pesados e bombásticos. Infelizmente não consegui acompanhar todo o show dos headbangers, mas de londe deu para perceber que a galera do metal delirava. 

O Costeletas fez uma apresentação histórica, de tão boa. Rafael Tschumi, vocalista/guitarrista, como muitos sabem, é o responsável pelo Tschumistock. Acho que em tanto tempo organizando, o cara fez a sua própria banda para ser rockstar. Conseguiu. O Costeletas está com um show vibrante, alegre, energia pura. Guitarras afiadas e cozinha que deixa qualquer um com a barriga roncando. Na primeira parte do set, todas composições próprias, destacando a influência do rock mod, a lá The Who e uma mistura de Jovem Guarda com Rock Gaúcho, essa mistura produziu uma bela paulada. Na segunda parte do set o Costeletas, já com a platéia ganha, finalizou o show com uma versão porrada de “Helter Skelter”, dos Beatles. 

 

Festival de todas as tribos

Pelo  adiantado do horário não consegui ver o show da Full Gas. Estava e estou muito cansado, agora o lance mesmo é esperar o segundo dia do festival, que tem uma penca de bandas na espera. Com algumas mudanças na programação, a Cummings de Brusque abre o festival neste sábado, pois domingo os guris tocam na festa da Rádio Diplomata. 

Como anunciado neste post, o primeiro dia foi da seleção da “prata da casa”. Numa ordem de pódiu, eu ficaria na minha preferência, com Apicultores Clandestinos na primeira colocação (incrível o show); Six Six THe Clowns e Costeletas. 

Máira e Lenne: assessoras queridas que tratam bem os jornalistas, eita...

Não perca Mundo47, neste sábado, direto do Sítio do Tschumi. 

 

Vai um café ai?

 

Cozinha: hora de rangar é ali mesmo.

Falta muito pouco para o Tschumistock 2008

quinta-feira, 13 de novembro de 2008

Da assessora Lenne, do Tschumistock:

Chuvinha, grama verde, lagoas, comida e bebidas já esperam os participantes do Tschumistock 2008. O festival de rock mais tradicional de Santa Catarina inicia na sexta-feira, 14 e apresenta 29 bandas de rock, até domingo, 16.

Com uma estrutura com palco, chuveiros, banheiros e espaço para acampamento o festival reúne há 14 anos, milhares de jovens e gerações do rock, para ouvir a música independente que é produzida na região, no estado e no país. Os grupos iniciam as apresentações às 20h de sábado e embalam as pessoas até às 16h de domingo.

No domingo, 16, a Declive produções, grupo rio-sulense que se destaca pela organização de shows independentes na região apresenta seis bandas da para os participantes do Tschumistock.

Para quem ainda não garantiu o passaporte pode encontrar em Rio do Sul, na Scala For Men, Gddoky, Lojas Presidente, Mastercel, Multisom. Em Presidente Getúlio, Ibirama e Indaial nas Lojas Presidente. Em Taió na Mastercel e nas Lojas Presidente. Em Ituporanga e Apiuna, na Mastercel. Em Blumenau, Joinville, Balneário Camboriú e Curitiba na Multisom. Em Florianópolis, na Roots Records.

O valor é R$ 20, com um quilo de alimento não perecível. As camisetas podem ser compradas na Scala For Men, em Rio do Sul.

Mais informações: www.tschumistock.com.br

Drops de uma madrugada de segunda-feira…

segunda-feira, 10 de novembro de 2008

# massa! Ontem rolou o Planeta Terra em São Paulo. Passou tudo na íntegra pelo site do Terra. Eu não fiquei muito tempo assistindo, de tarde vi o péssimo “The Brothers Of Brazil”, da dupla de irmãos Supla e João Suplicy e mais a noite assisti ao excelente show do Breeders, alternando com pedaços do Bloc Party, que fez um puta show, pelo menos no que eu vi. Depois assisti o início do Kaiser Chiefs, que subiu ao palco sem seu tecladista, que sobreu uma crise de apêndicite no Brasil e foi operado em São Paulo. O Jesus eu não tava em casa para assistir, mas deu para ver uns vídeos lá mesmo no site do Terra, perfeita a transmissão. 

# ao mesmo tempo que tu via o show tinha um chat, onde os pobre e fodidos que não puderam ir, ficavam comentando os shows. Foi legal, não eram comentários idiotas. O povo tava curtindo e comentando, só, nada de zorra. O negativo da transmissão foi a escolha de péssimas repórteres girls para o oficio. Gostosinhas, mas que nada entendem de rock. Kid Vinil salvou o lance enquanto pôde. 

# uma semana pro Tschumistock. Como eu disse abaixo, um dos maiores festivais do independente de SC. Não podemos esquecer de outros, como o Bob Rock, Rural Rock Fest e mais recentemente o Floripa Noise Festival. Todo mundo tá no mesmo barco. Em Blumenau desponta o Vila Rock Festival, realizado no bonitão Centro de Eventos que abriga a Oktoberfest. 

# domingão eu fui almoçar na casa dos meus pais, como sempre faço, e vendo o canal VH1, que não tenho em casa, a excelente seleção anos 80 para um programa só com antigas, dos anos 1980. Falando nisso, já vou anunciando que dia 21 de novembro, no Open Bar, eu sou discotecário de uma festa anos 80. A fextênha comemora o aniversário da nossa colega Fernanda. Além do DJ Mccaweiss, algumas bandas vão fazer um ao vivo. Para quem for,  prometo uma seleção fodona da época em que jogávamos Atari, assistiamos Sítio do Pica Pau Amarelo e andávamos de Conga.

Clássico: The Buggles com “Radio Killed the Radio Star”, 1979/80

 

# o fim de semana do Tschumi tá cheio de coisa. Em Floripa tem Clube da Luta na sexta, Kronix em Itapema também na sexta, Matanza, Raul, Anti-Heróis e Old Machine em Balneário no Domingo e fechando o fim de semana, domingo às 21 horas em Itajaí, Expresso Rural, para acalmar os ânimos…

# no dia 7 de dezembro tem a volta do Cambuca Rock Festival, que em 2007 não rolou. Bandas só as locais como Lenzi Brothers, Rock Picture Show, The Headcutters, Raul!, Insiders e Lumiere. Esta última esta que vos escreve participa. A banda é um projeto-diversão folk rock com amigos, vamos ver no que vai dar, mas somos os menos-menos dessa escalação ai, mas estamos para prestigiar o festival organizado pelos Lenzi. 

# para salvar a pátria catarina jornalística, lá estava ele, Rubens Herbst do AN em sua peregrinação pelos melhores shows do país. Dá um confere no Orelhada.

Menos de uma semana para o Tschumistock 2008

segunda-feira, 10 de novembro de 2008

Assista a propaganda produzida para a edição deste ano

Menos de uma semana para o início do Tschumistock 2008, um dos maiores e mais tradicionais festivais ao ar livre de Santa Catarina, onde o independente catarina e do Sul do Brasil se reúnem para três dias de muita paz, natureza, aventuras e muito rock and roll.

A edição 2008 promete e esta semana vamos pentelhar vocês, leitores de Mundo47.com, com maior freqüência. 

Mundo47 promete estar lá em Rio do Sul e fazer uma cobertura praticamente em tempo real, com fotos, curiosidades, histórias e os shows que vão ocorrer lá no sítio da Família Tschumi, onde em 1995 iniciou todo esse esporro. 

Mais informações: www.tschumistock.com.br

Super agenda dos Lenzi Brothers para novembro…

sexta-feira, 7 de novembro de 2008

Depois do sucesso da noite da Confraria Rock em sua cidade natal no último dia 31, os Lenzi Brothers agradecem ao público lageano e anunciam os shows para a primeira quinzena de novembro, quando passarão por Florianópolis, Brusque, B. Camboriú e Rio do Sul.
 
Datas:
 
11/11- Na Casa de Shows GRAU em Brusque - Projeto Ensaio Aberto, onde bandas de som autoral fazem o show. A entrada é franca e começa mais cedo, 21:00hs.
 
12/11- Projeto 12:30 na UFSC em Florianópolis. Pontualmente as 12:30, entrada Franca.
 
14/11- Os Lenzi Brothers apresentam-se no Open Bar em B. Camboriú com o novo destaque rock bluseiro da Serra Catarinense, YER. Ouça: www.myspace.com/bandayer
 
15/11- Festival Tschumistock em Rio do Sul. A apresentação dos Lenzi está marcada para as 20:00. Veja toda programação em:http://www.tschumistock.com.br
 
17/11- Inicio do reality show “Cachorro Grande em Busca da Fama” , onde a banda gaúcha percorre várias cidades do sul do país conhecendo bandas das cenas locais. O programa terá vários capítulos, ainda não sabemos o “dia dos Lenzi”, portanto assitam a séria toda, vale a pena, várias bandas bacanas.
 
Ouça:
www.myspace.com/lenzibrothers
 
Confira também a agenda completa:
 
11/11- Ensaio Aberto na Grau- Brusque
12/11- Projeto 12:30 UFSC- Fpolis
14/11- Open Bar- Baln. Camboriú
15/11- Festival Tchumistock - Rio do Sul
17/11- “Cachorro Grande em busca da fama” -MTV (inicio)
06/12- Garagem Hermética (a confirmar) - Porto Alegre
07/12- Cambuca Rock - Baln. Camboriú
12/12- CB c/ Faichecleres - São Paulo
13/12- Lançamento do Clipe “Allana” - Drakkar - Florianópolis
14/12- Domingueira (a confirmar) - Blumenau
25/12- JB PUB c/ Dissonantes - Baln. Camboriú
10/01- Bali Hai c/ o americano Rex Johnson - Piçarras