Desde 2004 Neil Young e o Crazy Horse não se apresentam ao vivo. A banda que acompanhou Neil Young em diversas oportunidades, desde 1969, está de volta. O sinal foi divulgado na última semana, num vídeo que mostra o áudio de um ensaio da banda com uma versão de 37 minutos para Cortez The Killer.
A volta oficial acontecerá na próxima semana, em Los Angeles, num concerto em homenagem a Paul McCartney, com a presença do próprio e de outros astros do rock.
Ainda não há datas para turnês pelo mundo, mas a volta é inevitável. Graças a Deus!
Depois de virar mascote do Marcílio Dias, o marinheiro Popeye e sua turma participam do novo clipe do Wilco. “Dawned on Me”, do novo disco The Whole Love, foi transformado em clipe em desenho animado com a turma do Popeye. A banda foi desenhada como os personagens do desenho animado dos anos 1930. A atmosfera do desenho é como nos primeiros desenhos do marinheiro daquela época, em preto e branco, com Olivia Palito, Brutos, Gugu e o tio do Popeye, aquele que come hamburguer o tempo todo. Já Jeff Tweedy, vocalista e líder da banda, ficou a cara do Roberto Frejat, não acham?
Depois que o Brasil virou rota obrigatória para grandes shows, para artistas internacionais, tá ficando cada vez mais difícil escolher onde ir. Apesar de aportarem sempre por aqui, as apresentações gringas saem sempre com preços absurdos, porém, a maioria é sold out já nos primeiros dias de venda de ingressos. Culpa do Lula.
Nesta semana a confirmação de que Morrissey, eterno líder dos Smiths e com considerável carreira solo, chega ao país em março para três apresentações (POA 07, RJ 09 e São Paulo 11). Março também tem coisa, é mês de Nada Surf pelo país, com show em Curitiba confirmado e tentativas de Kelson Marcelo, o cara que fez acontecer um período da existência do Curupira, para trazer o trio americano para Santa Catarina. Há também quase certa a presença do Wilco no Brasil no final de março e início da abril, isso sem falar de um monte de show que estão pipocando pela internet, todos confirmados.
Nada Surf: há tentativas de um show em Santa Catarina
Vai ser difícil escolher qual ir… a grana tá curta este ano para shows, tenho outras prioridades, mas no que der… estarei lá!
# o ano começou, promete muito em várias vertentes da música catarinense. Mundo47 sempre alerta, as vezes hiberna, mas a gente volta.
# mais um brinquedinho sobre George Harrison lançado para iPad e possível de comprar na Apple Store. É um app para você conhecer as guitarras usadas pelo falecido beatle. Tem todas, com fotos, áudio, enfim, interatividade. O vídeo diz tudo. Alguns artistas famosos fizeram testes com as guitarrinhas de George, no vídeo acima, com Ben Harper usando uma clássica Gretsch que George usou no comecinho dos Beatles.
# esse lance do câncer do Tommy Iommi pega a gente de surpresa, mas não dá para se desesperar. Por mais que um cara como ele nos passe uma imagem de imortal, não rola muito esse papo. O lance é torcer para que ele melhore, o quanto antes, para que possamos ver ele e o Black Sabbath completo para mais uma turnê e ainda por cima, com disco novo. O último foi Never Say Die, de 1978, que por sinal, é meu favorito.
# lendo a Contracapa de ontem, do mestre Marcos Espíndola, do Diário Catarinense, vejo que para ele, algumas pessoas reclamaram que faltaram alguns artistas nas listas de fim de ano dos melhores álbuns de 2011. As listas ficaram muito rock and roll. Alguns artistas de outros estilos ficaram de fora, principalmente os bons artistas da MPB, música instrumental. Bom, eu realmente acredito que esse pessoal deva ter produzido discos fantásticos no último ano, mas infelizmente, essa turma não faz o que o pessoal do rock faz. Eles simplesmente não vão atrás.
# Muitos destes álbuns, que são bons realmente, não chegam nas mãos de jornalistas formadores de opinião sobre música em Santa Catarina. Nossos artistas deste naipe, não se ligam nisso, apenas gravam discos através de leis de incentivo municipal e estadual, fabricam o disco e esses álbuns ficam esquecidos em caixas e mais caixas, o artista apenas oferece eles em shows. Não é geral isso, mas a grande maioria não faz o seu trabalho acontecer pelo Estado. A conduta destes artistas é diferente em outros estados, onde o pessoal é muito mais articulado e ligado nas novas tecnologias. Vai procurar algum deles no Facebook, são poucos. Em 2011 eu recebi o maravilhoso DVD captado pelo Antonio Rossa de um grupo de jazz de Itajaí, o Samburá, esse DVD teve distribuição, pois a banda teve o suporte de assessores de comunicação que os orientaram onde e para quem enviar o DVD. Se foi eficiente, não sei precisar, mas é um grande começo.
# o trio de malacos Emerson Gasperin (Tomate), Marcos Espíndola (Piri) e Fábio Bianchini (Mutley), na foto acima, tocando o terror, ou melhor, bons sons, numa festa num novo pico em Balneário Camboriú. O Thirteen Pub. Estive lá para dar uma conferida nos reis das pick ups das fextênhas de Floripa e de quebra, fui convidado pelo Nilson Coelho, colega jornalista que assessora a casa para tocar no próximo dia 19 de janeiro. O Thirteen Pub se localiza na Praia dos Amores, de frente pro mar, onde era o Kwarup.
# dica legal do blog Orelhada, do Rubão, os Rolling Stones em 1971 no famoso Marquee Club em Londres. Notem que o Mick Taylor tá apavorando na guitarra, ele era the best.
# “Mah Oeee! Ele Morreu, Ele Morreu!”, diria o Silvio Santos. Veja aqui como seriam as capas dos discos com gente que já se foi.
# os amigos Fábio Couto e Ane Kunz Couto passaram férias de fim de ano aqui no Brasil. A dupla tem em Londres, onde residem há dois anos, a banda Plastique, que está participando do Red Bull Bedroom Jam, que seleciona bandas para o evento da Red Bull. Entre aqui e dê a estrela máxima para a banda levar essa.
# acima nova música do Ringo Starr, Samba… será que ele fez ela na sua passagem pelo Brasil? Bom, o ritmo não é samba… mas é o Ringo, tá desculpado.
# “She Smells So Nice”, música “inédita” do The Doors estará presente no relançamento do álbum LA Woman, de 1971, ano da morte do lendário vocalista Jim Morrison. Há um bom tempo há muita expectativa de raspas novas dos tachos das portas, vamos ver se vem mais.
# e a rapeize da Válvula Rock está com um pub na praia de Barra Velha. A programação acima indica algo intimista e relaxante. O verão do Válvula Rock representa um descanso merecido e recarga para as baterias do ano de 2012, que promete ser ainda mais wrock!
# o álbum música crocante, do Autormas, está entre os 10 melhores melhores álbuns de 2011 segundo a Rolling Stone brasileira. Está também nas minhas listinhas de melhores álbuns nacionais e da gringa que você vê abaixo. A lista foi a pedido de Luciano Vitor, o Carioca, da Dynamite.
Nacional 1º - Autoramas – Música Crocante 2º - Emicida - Doozicabraba e a Revolução Silenciosa 3º - Nevilton – De Verdade 4º - Kassin – Sonho Devagar 5º - Vanguart – Boa Parte de Mim Vai Embora 6º - Verano – Un Amor Lejos 7º - Giovani Caruso e o Escambau - Ordem e Progresso via Pão&Circo Filmado 8º - Karina Buhr - Longe de Onde 9º - Criolo – Nó na Orelha 10º - Emicida - Doozicabraba e a Revolução Silenciosa
Internacional 1º - Wilco - The Whole Hell Love 2º - Foo Fighters - Wasting Light 3º - Arctic Monkeys - Suck It and See 4º - Noel Gallagher’s High Flying Birds - Noel Gallagher’s High Flying Birds 5º - The Black Keys - El Camino 6º - Kasabian – Velociraptor 7º - TV On The Radio - Nine Types of Light 8º - Metronomy - The English Riviera 9º - The Raveonettes – Raven in the Grave 10º - The Decemberists - The King Is Dead
Aos poucos a a Plastique, de Londres, formada pelo casal brasileiro, Fábio Couto e Ane Kunz, com a parceria do músico britânico Gabriel Ralls, foi lançando em sua página de Facebook algumas canções, porém, no início desta semana, a banda disponibilizou em seu site oficial, todo álbum de estreia. As músicas são uma mistura interessante de rock, batidas eletrônicas e aquele som industrial bem do início dos anos 1990.
Confira esse trabalho que envolve o talento desses dois brasileiros, o Fábio e a Ane.
Wilco: cada vez mais experimental e otimista, valeu Jeff!
No final de setembro o Wilco lançou seu oitavo álbum, numa brilhante carreira com sucessivos discos de excelência musical e relativo sucesso. O Wilco é uma banda de country alternativo, não é de massa, mas agrada a qualquer público e principalmente nos EUA e na Europa, é uma banda que quase sempre toca para casas extremamente lotadas. A vidinha pacata de Jeff Tweedy e seus comparsas, quase sempre é regada a belas e interessantes surpresas para o seu séquito de fãs, sempre ávidos por novidades da banda e músicas ainda mais crocantes e deliciosas.
The Whole Love não é diferente. Não é a toa que eu já dou o meu voto para os melhores do ano para este álbum. Desde Sky Blue Sky, Tweedy mantém os melhores músicos que já conseguiu reunir para tocar. Tirando o baixista John Stirrat, que o acompanha desde o início, a banda nos dias atuais soa cada vez melhor, mais experimental do que nunca e The Whole Love é sim um disco intimista, saltando fora do passado de Tweedy como letrista, onde as músicas soavam mais deprês e por fim, existencialista.
Nels Cline continua abusando dos efeitos e riffs absurdamente moldados para cada canção escrita por Jeff. Depois de Yankee Foxtrot Hotel, a banda penou alguns álbuns para manter aquela velha forma de 2002, porém, como eu sempre fui admirador de cada trabalho do Wilco, os álbums que sucederam YFH, foram complementares ao meu ver. Whole Love é novamente uma boa guinada na carreira da banda, que a título mundial, merece mais destaque, mas para os puristas, o Wilco está bem aonde está, não precisa de mais. Eu também acho, uma pena mais uma vez, uma banda tão boa ficar apenas ao gosto dos olhares musicais mais aguçados. The Whole Love é o álbum preferido que faltava em nossas estantes, agora ele está aqui, belo e formoso, para entrar de vez para a galeria. Valeu Jeff.
A terceira e última noite do Rock in Rio neste final de semana foi digno, para não dizer maravilhoso. Com os dois primeiros dias meio que incertos, com atrações não muito ortodoxas (tirando o Red Hot), o domingo foi dominado pelo rock pesado e pela massa do metal que compareceu no terceiro dia.
O palco Sunset, que seria a segunda divisão do festival, teve o show do Sepultura como grande atração. Mais cedo, Korsus e Angra fizeram o seu papel, embora não perfeitamente como o Sepultura que trouxe o grupo francês Tambores do Bronx para deixar seu show ainda mais percusivamente pesado. Quando tocaram Roots, no final do show, o Sepultura teve ainda a grata participação de Mike Patton, do Faith No More. O Angra teve o azar de ter o som prejudicado e o vocalista Edu, que anda insatisfeito com os colegas, cantou muito mal. O show foi salvo pela ex-vocalista do Nightwish, Tarja Turunen, que segurou as pontas e mostrou pelo menos uma voz mais afiada. Como dito, o Sepultura foi arrebatador e merecia era ser a banda de abertura no palco Mundo.
No palco Mundo, a noite foi aberta pela desconhecida banda Gloria. O que parecia ser um som pesado e nervoso, foi quebrado pela incompetência da própria banda, que cantou músicas pesadas com levadas emo, vocal pesado e vocal emo, desde a primeira canção a banda foi vaiada pelos headbangers que estavam na espera de outros shows.
O show seguinte foi do Motorhead. A banda que vira e mexe dá um chego no solo brasileiro, deu uma aula de rock and roll. Lemmy Kilmister e seus comparsas são objetivos, como sempre foram. Andreas Kisser, do Sepultura, fez uma participação no show da banda. Apesar de serem objetivos, deu para sentir que Lemmy estava orgulhoso de se apresentar no Rock in Rio, até mesmo uma música que homenageia o país foi tocada. Nota falha foi para o Zeca Camargo, que mais tarde disse na transmissão da Globo que era a primeira vez que o trio tocava no país, mauzaço!
Para quem não esperava lá muita coisa, a atração seguinte, o Slipknot foi uma enorme surpresa. Os mascarados abriram o show num clima tenso, mas em seguida a banda mostrou virtuosismo e numa paulada após a outra, mostrou que o Nu Metal é um estilo que deveria ser mais respeitado pelo público do metal. Com a carência de boa música pesada no Rock In Rio, o Slipknot mostrou peso em excesso, ganhando a platéia do início ao fim.
A madrugada já varava quando o Metallica iniciou sua apresentação. Para quem achava que o Slipknot havia ganho a parada, o Metallica mostrou que não é a toa que estão juntos há 30 anos e ainda tem muito o que contribuir para o rock. O show foi perfeito, cativante, pesado e recheado de clássicos. Foram quase duas horas que a banda revisitou a carreira e jogou no ar músicas novas. Um petardo digno e histórico, permeando o show como um dos melhores do Rock in Rio em todos os tempos.
Para quem como eu, que acompanhou tudo pela Internet, o abacaxi do dia foi mesmo a transmissão. Mostra que o grupo Globo é amador ainda em transmissões de shows. O som alterava para o péssimo em questão de segundos para o estado regular, só mesmo no Metallica que a coisa melhorou um pouco, mas não o suficiente. A minha sorte mesmo é que a minha internet é rápida e vi tudo praticamente em HD, ligando o note na TV de LED, êhhh tecnologia paidégua!
Aqui o show que o Wilco fez no famoso Ed Sullivan Theatre, em Nova York nesta semana. O show foi transmitido pela web para todo o mundo, um bônus no programa do apresentador David Lettermann.
Músicas dos melhores álbuns da banda, mas também novas do The Whole Love, que está sendo lançado neste mês de setembro.
Quem será que vai trazer o Wilco para o Brasil em 2012???
Novidades além mar… ou melhor, na terra da Rainha.
Fabio Couto e Anelise Kunz, brasileiros, ele de minas, mas que estava radicado em SC e ela de Gaspar, se juntam ao britânico Gabriel Ralls para lançar um novo projeto. “Plastique”.
Bom, o Fábio Couto é meu querido amigo e parceiro da época que tínhamos a The Colors. Se não fosse o Fábio eu jamais teria tocado numa banda de música autoral e me apaixonado tanto por este tipo de som, que ele produzia, a gente era quente, eu adorava e confesso que ele lá, sinto saudades daquela época.
Mas os tempos são outros, a The Colors acabou em 2009, quando Fábio e Ane se casaram no Brasil e se mudaram para a Inglaterra. Lá Fábio trabalha num conceituado escritório de design, mas nem por isso ficou longe de fazer seus trabalhos. Melhor ainda é fazer com a patroa, a Ane é uma excelente atriz e cantora, agora dá provas na primeira música disponibilizada na Internet nesta semana “A Paper Cut From a Paper Kiss”, disponibilizada no Soundcloud.
O som é moderno e empolgante, uma pequena amostra do álbum que provavelmente será disponibilizado em novembro.
Meu cochilômetro me deixou passar batido os 40 anos de lançamento do álbum Imagine, de John Lennon. Seu segundo álbum depois da dissolução dos Beatles. Talvez eu tenha deixado passar por estar envolvido com notícias das cheias.
Em 1971 John gravou seu último álbum em solo inglês, em sua mansão nos arredores de Londres. O disco é uma obra prima do início ao fim e talvez o último sopro criativo de Lennon sem a “interferência” de Yoko, apesar da mesma estar presente no disco inteiro nas gravações e dando pitaco do início ao fim, mas não é um disco dividido com Yoko. É um álbum que consolidou Lennon como um pacifista eloquente, coisa que ele largou logo que viu que a coisa não era aquilo tudo.
Desse álbum a música Imagine foi eternizada, além de outras que foram adicionais decisivos para o sucesso do disco.
Quem viu o documentário sobre as gravações do disco, sabe que muita gente importante deu sua contribuição nas canções. Dos Beatles, apenas George Harrison participou da gravação com sua guitarra em Oh My Love.
Amy Winehouse morreu, aos 27 anos, assim como alguns ídolos do pop…
Já era esperado há muito tempo, mas mesmo com essa espera, é difícil dizer ao mundo que neste dia 23 de julho de 2011, a cantora britânica Amy Winehouse deixou este mundo. Assim como vários ídolos da música como Janis Joplin, Brian Jones, Jimi Hendrix, Kurt Cobain, Amy tinha 27 anos e uma voz invejável, digno de grandes divas da música mundial.
De carreira meteórica, o talento de Amy foi sucumbido às grandes confusões de seu grande problema: o envolvimento com a bebida e também com drogas pesadas como cocaína e há quem diga que ela fumava crack. Mas o que levou um talento tão grande como Amy, precoce, que de uma forma genial gravou poucos, porém álbuns históricos, se acabar desta maneira? Bom, é algo que eu acredito que jamais terei a resposta, pois assim como ela, outros grandes nomes foram embora do mesmo modo.
Sobre a sua morte, a polícia britânica pouco divulgou neste sábado. Simplesmente Amy foi encontrada morta em sua casa na tarde deste sábado. A polícia vai apurar as circunstâncias desta morte ainda.
EU VI UM SHOW DELA…
Vamos falar um pouco de mito. Com dois álbuns, Amy era amada e reconhecida pelo mundo pelo seu talento como cantora e compositora. Claro que será mais uma morte que se juntará as mortes mitológicas de outros artistas. Amy com certeza vai virar camiseta, adesivo, bandeira, botton, caneca e outros souvenirs.
Bom, eu vou levar comigo a lembrança de um show de Amy Winehouse em Florianópolis, em janeiro deste ano. Era um dia quente e úmido na capital. A chuva antes do show não desanimava os catarinenses que aguardavam para ver pela primeira vez Amy na cidade, ali, pertinho. E foi muito perto que assisti a sua apresentação, feliz, porquê lendo anos e anos de notícias que Amy estava se acabando, foi bom vê-la num bom estado de saúde, pelo menos aparente. Ela parecia uma menina tímida no palco. Um pouco longe, mas como eu lembro, sua voz saia no microfone maravilhosamente. Ela não fazia força para cantar, era natural, era um fenômeno que infelizmente aproveitou pouco este seu potencial. Dois álbuns foi pouco Amy, muito pouco para tudo que você deixou ao mundo.
Leia aqui o texto que produzi no show de Amy Winehouse
Do álbum American Beauty, 1970, a música Ripple ao vivo nos anos 1980.
O Grateful Dead é uma banda injustiçada, poderia ter mais destaque na lembrança das pessoas. No Brasil, poucos conhecem.
Falando com o Adriano, do Ooby Dooby, nos Estados Unidos, em algumas regiões, principalmente na California, a banda ainda é cultuada. Adriano voltou de lá com uma bela camiseta da banda.
Colin Hay, vocalista do Men at Work estará neste sábado no Maria´s Shows e Eventos, em Camboriú. O músico está fazendo turnê pelo Brasil e passa pela região (toca também em Rio do Sul) neste mês de junho.
Serviço:
Colin Hay of Men At Work
Maria’s
Men At Work
11.JUN.SÁB a 11.JUN.SÁB
No dia 11 de junho o Maria´s Shows e Eventos vai promover mais um grande show INTERNACIONAL: Men At Work by Colin Hay.;
Retirada dos Ingressos: Das 22:00 ás 02:00.
Endereço: Rio Mamoré, 1083 Bairro: Rio Pequeno CEP: 88340-000 Cidade: Camboriú - SC
A banda americana Nada Surf, não é lá muito conhecida do público brasileiro, embora já tivesse passado por aqui em pequenos shows. Mas é uma banda com um material considerável desde 1995. O mais recente, de 2010, é If I Had a Hi-Fi, que reúne um punhado de covers ou versões de músicas de outros artistas… também nem tão conhecidos do grande público. Não sei se despretenciosamente ou proposital, o Nada Surf confundiu a cuca de muita gente, pois elaborou um trabalho coeso, marcante e em alguns casos, superou em muito os originais. Claro que alguns são clássicos, as gravações originais deveriam ser assim, mas a banda americana deu uma importante contribuição com esse álbum e me fez trazer a tona coisas como Dwight Twilley, Arthur Russel, Depeche Mode, Spoon e tantos outros que já estavam longe ou inexistente da minha memória.
Nos vídeos abaixo, você pode ouvir a versão do Nada Surf para cada canção gravada no álbum e logo em seguida, a gravação original. Dê uma olhada na chapa desse belo raio-x que a banda preparou.
Americanos de Portland, o Red Fang está com o álbum “Murder The Mountains” (Relapse Records, 2011) na praça e o excelente clip de “Wires”, último single da banda. O som stoner empolga e faz lembrar de bandas clássicas como Dozer, Fu Manchu, Atomic Bitchwax (nossa, saiu lá de dentro isso) e outras coisas. Com dois álbuns no currículo, a banda tem cortado os Estados Unidos unindo o útil ao etílico. A coisa de ouvir o Red Fang é daquelas situações que você tem vontade enorme de tomar um porre gigantesco de cerveja, a mais pura e boa cerveja.