Mundo47 Clipping

FABULANDO - FABI LOOS (JORNAL PÁGINA 3)

Publicado em 29/03/2009

 

O Toca na Vitrola dessa semana inova: além de mostrar os 5 discos de sua vida, o jornalista (formado pela Univali em 2002), músico e assessor de imprensa da Prefeitura de Balneário Camboriú, RAFAEL WEISS, responde algumas curiosidades musicais dessa coluna.

 

 

Fabulando: Primeiro álbum que comprou?

Rafael Weiss: Please, Please Me, primeiro álbum lançado pelos Beatles em 1963. O disco foi comprado em 1989. Na verdade meu pai pediu para o dono da loja gravar o disco todo numa fita k7, pois não queria me dar um álbum em vinil, eu era piá e talvez não cuidaria do disco como se deveria.

 

F: Último álbum que comprou, quando?

RW: Em vinil, num sebo de Itajaí, comprei o Wings Over America, de 1976. Retrata a turnê americana da banda de Paul McCartney. São quatro discos numa embalagem só. Fantástico! Comprei ano passado.

 

F: Mundo 47? (www.mundo47.com)

RW: Há quase dois anos na internet, falando sempre da música independente de Santa Catarina e do Brasil, pincelando os acontecimentos de fora do país. Mais de 300 mil acessos neste período e o reconhecimento estadual do trabalho. Adoro o que faço

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F: Programa da TWE?

RW: Foram dois anos de programa na companhia do meu amigo Bola Teixeira. O programa foi pro saco na mesma época do fechamento da rádio. Lamento muito o empresariado de Balneário Camboriú não ter investido na rádio, pois tocava uma programação de qualidade e tinha um programa de rock e humor com duas pessoas lindas como eu e o Bola.

 

F: Lembrança musical da infância?

RW: Cresci com meu pai ouvindo discos do Roberto Carlos e Simon & Garfunkel, mas tinha também John Denver e Bob Dylan, minha lembrança é do folk music, mas quando eu tinha 8 para 9 anos, eu vi na televisão um documentário sobre os Beatles. Foi paixão na primeira nota. Tanto que pedi para o pai um disco deles, ele me deu uma fita k7 que ouvi até não poder mais. Depois fui adquirindo outras fitinhas com discos deles. Eu já ouço Beatles há mais de 20 anos e não canso de ouvir, jamais!

 

F: Toca em que banda (desde quando), quais as outras em que já tocou?

RW: Toco atualmente em duas bandas: Lumiere e The Colors. A primeira tocou durante o ano de 2008, é um trabalho meu focado na minha paixão pelo folk rock, aliás é a minha cara este estilo de som. A segunda banda, The Colors, durou dois anos, 2005 e 2006, tocando música própria, onde gravamos algumas músicas e disponibilizamos no Myspace, até hoje. A novidade com The Colors é que em abril a banda volta depois de dois anos e meio, num show no JB Rock Pub, abrindo para o Lenzi Brothers, a melhor banda de rock de Santa Catarina, na minha opinião. Tive ainda com o meu amigo Leonardo Batata, uma banda tributo ao Erasmo Carlos, onde gravamos uma música que entrou numa coletânea sobre o Tremendão.

 

F: Melhor capa de disco?

RW: Sgt. Peppers Lonely Hearts Club Band, dos Beatles, de 1967, enigmática ao extremo!

 

F: Melhor banda nacional?

RW: Eu fico com Os Mutantes (fase com Rita Lee), pois absorveram muito bem o movimento da contracultura dos anos 60 e transplantaram para a nossa realidade. Foi uma das bandas mais criativas e injustiçadas do mundo.

 

F: Melhor banda internacional?

RW: Na atualidade eu fico com o Wilco, dos Estados Unidos, folk rock de qualidade, influências fantásticas e um compositor que faz as melhores músicas da atualidade.

 

F: Um álbum que gostaria ter gravado?

RW: Abbey Road, dos Beatles, de 1969.

 

F: Cinco bandas que chamariapara um festival?

RW: Eu traria para um festival o Wilco (EUA), REM (EUA), Jesus and Mary Chain (UK), Mercury Rev (EUA) e botaria o Vanguart (Brasil) para abrir.

 

F: Música que mais gosta de ouvir?

RW: Minha mente funciona com várias músicas. Cada uma tem sua época, mas atualmente eu tenho ouvindo muito uma música do Bob Dylan, Forever Young, procuro na web todas as versões possíveis dessa música. A melhor delas é ao vivo com a The Band, gravada nos anos 70 para o filme Last Waltz.

 

F: Música que mais gosta de tocar?

RW: Something, dos Beatles. É uma música de amor, feita pelo George Harrison para sua mulher, Patty Boyd. Quando toco, lembro do maior amor da minha vida. Os Beatles eram isso. A tradução do amor pela música.

 

F: Álbum que daria a seu pior inimigo?

RW: Eu não tenho inimigos.

 

F: Cena musical de BC?

RW: A cena musical em BC é diversificada. Eu respeito muito nosso passado do Hardcore. Não participei muito deste movimento, mas sei que ele é extremamente organizado e sério. Ainda hoje ele produz alguns eventos, todos com sucesso. Minha área é mais do rock alternativo e blues, nisso eu cito bandas como Souvenirs, Rockpictureshow, The Colors, Blues Special, Angeli e outras.  Agora não posso deixar de citar o trabalho do Lenzi Brothers, banda com integrantes nascidos em Lages, mas que formaram há 11 anos a banda em Balneário Camboriú,  onde residem desde então. Hoje os Lenzi Brothers estão levando o nome de Balneário Camboriú para o Brasil. Já gravaram três álbums e um EP. Estão gravando o quarto disco agora e desde 2008, alcançaram um reconhecimento nacional, quando venceram o programa Cachorro Grande em Busca da Fama, onde a banda gaúcha percorria o Sul do Brasil conhecendo bandas de rock. O programa foi gravado em Balneário Camboriú e passou para todo o país, dando a vitória dos nossos amigos da Lenzi. No fim do ano a banda esteve na MTV Brasil lançando o clipe de Alana, música de trabalho do terceiro disco “Trio”. Com isso quero dizer que estamos no mapa do rock. Outras bandas surgem todos os dias por aí e é necessário mesmo trabalharmos com bandas do meio autoral. Infelizmente em Balneário Camboriú temos apenas duas casas que abrem espaço para o rock independente. JB Rock Pub e o Open Bar. Os donos de casas noturnas de BC precisam acordar, que ao abrigarem bandas de rock independente, abrigam junto um movimento que não pára de crescer. Só ver os fenômenos da web, como a Mallu Magalhães, a banda cuiabana Vanguart, enfim, várias que tocam pelo país.

 

F: E, claro, os 5 álbuns de sua vida, abre o coração, Rafa!!!

RW: 1 - REVOLVER (The Beatles), 2 - PET SOUNDS (The Beach Boys), 3 - BLONDE ON BLONDE (Bob Dylan), 4 - NEVERMIND - (Nirvana) e 5 - LONDON CALLING - The Clash).

 

 

CONTRACAPA - MARCOS ESPÍNDOLA (DIÁRIO CATARINENSE)

Publicado em 06/01/2009

Versão online do conteúdo da coluna “Contracapa”

Entrevista concedida ao jornalista Marcos Espíndola, titular da coluna Contracapa do jornal Diário Catarinense, do grupo RBS. 

Confira o link da entrevista toda aqui

 

PORTAL TERRA - TERRA MAGAZINE - BOB FERNANDES

Publicado em 03/03/2008

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Em seu portal, o jornalista Bob Fernandes disponibilizou um link sobre o show de Bob Dylan em São Paulo, solicitado pelo senador Eduardo Suplicy. Mundo47, através da dica de um leitor, publicou um texto de Terra Magazine e o blog do paulista reproduziu a opinião aqui publicada. Uma troca de gentilezas.

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 Link da matéria Mundo47

CONTRACAPA - MARCOS ESPINDOLA (DIÁRIO CATARINENSE)

Publicado em 02/01/2008

O jornalista Marcos Espíndola, do Diário Catarinense convidou o Mundo47 para opinar em seu espaço, sobre os melhores lançamentos catarinenses em 2007 e as promessas para 2008. O jornalista Rubens Herbst, AN, apontou o blog Mundo47 como uma das coisas legais que aconteceram em 2007, mais um importante canal de comunicação.

Confira a Contracapa

BLOG DO NOBLAT (O GLOBO ONLINE)

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Vale a pena acessar

Mundo 47 é um blog do jornalista Rafael Weiss sobre rock. Com notas, entrevistas e recordações de momentos marcantes do Rock n´ Roll. Sugestão da leitora do blog Louisiana. Aqui

Sugiro diariamente sites, blogs e fotologs que valham a pena ser acessados. Esses passarão a fazer parte da seção aí acima, do lado esquerdo, chamada “Vale a pena acessar”.

O link aqui: http://oglobo.globo.com/pais/noblat/

Direto no post: http://oglobo.globo.com/pais/noblat/post.asp?cod_post=81540

JORNAIS GRUPO RBS-SC

A NOTÍCIA

Publicado em 10/10/2007

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Com texto de Rodrigo Schwarz, o blog Mundo47 conquistou  seu primeiro espaço nos jornalões de Santa Catarina, graças a sensibilidade da equipe do caderno Anexo deste prestigiado jornal.

Agora vaiBlog Mundo47 coloca o rock catarinense no universo virtualRodrigo SchwarzPesa ainda uma séria acusação sobre o rock catarinense: nenhuma banda jamais conseguiu subir para a primeira divisão do rock nacional. Algumas chegaram perto, como Dazaranha, mas falta um grupo que tenha tocado nas rádios de todo o País e feito shows por regiões diversas. Isso também não significa que impere no Estado um rock de várzea. Mesmo com as dificuldades de sobreviver de música autoral, há dezenas de boas e promissoras bandas, que agora contam com um dedicado padrinho virtual, o blog Mundo47.
Na rede há quatro meses, o site (http://mundo47.wordpress.com) já acumula quase cinco mil acessos. Seu criador é o jornalista Rafael Weiss, 27 anos, uma enciclopédia ambulante do rock catarinense. “A expressão Mundo47 saiu há algum tempo entre amigos, para diferenciar a música produzida no Vale do Itajaí e a música da Capital. Aí usamos o código de área telefônico, uma piadinha”, conta Rafael, que toca guitarra na banda Betão e os Pernas Mecânica (é assim, sem “s”, mesmo), de Balneário Camboriú.
Além dos grupos do Estado, Rafael também comenta no blog os shows de artistas nacionais que tocam em Santa Catarina. O último foi o de Odair José, esta semana, em Brusque. “O cara ao vivo é muito rock’ n’ roll, com uma banda só de garotos! Entreguei para ele um CD do Pipodélica, tenho certeza que vai gostar”, comemora. Em conversa com A Notícia, ele fez um minucioso diagnóstico do rock catarinense, e revelou quais são as bandas que prometem estourar nacionalmente.

rodrigo.schwarz@an.com.br

Melhores e mais promissoras
Quem interessa na cena catarinense na opinião de Rafael Weiss

Lenzi Brothers, Balneário Camboriú
A banda abandonou a noite tocando covers e investiu em material próprio. Desse investimento, já saíram dois discos e um EP virtual no Senhor F. O entrosamento é incrível e fundiram o blues com o rock numa característica só deles. O próximo disco (já gravado) vem recheado de hits.

Outras promessas: Anti-heróis e On The Rocks Blues Band (Itajaí); Soda Caffé (Blumenau); Verano, Killing Ana, Ambervisions e Fonomotor (Florianópolis). Também o Fly-X (Guaramirim) e Incolores (Jaraguá do Sul).

Souvenirs e Rockpictureshow, Balneário Camboriú
São donos de um rock vibrante.

Variantes, de Chapecó
Estão tão longe que tem gente que pensa que eles são gaúchos. Chapecó é uma exceção no Estado. Lá, o povo é mais rock.

Liss, Rio do Sul
Em seu terceiro show, tocou abrindo para o Placebo, em Florianópolis. A banda faz riffs e refrões grudentos e com excelente melodia.

Reino Fungi, de Joinville
Muito apegados ao estilo dos anos 60, eles estão bem em composições e também possuem um show vibrante, mas o foco nos anos 60 pode ser modernizado um pouco. Eles têm grande potencial para estourar.

Pipodélica, Florianópolis
Eles são imbatíveis quando se fala em letra e melodia, e têm excelentes instrumentistas.

Maltines, Florianópolis
Outra banda que todo mundo sonha ter. Extremamente disciplinada, lembra muito bandas do circuito de Nova York, como 10.000 Maniacs. Precisa apenas de uma boa produção. É uma promessa e podem estourar fora do Estado.

Stuart, Blumenau
Criaram um estilo. O último disco deles é o melhor lançado em 2006. São donos do show mais vibrante do Estado.

…………………………………………….Rafael Weiss | JornalistaA Notícia – Diferente do Rio Grande do Sul, onde grupos conseguem sobreviver só de música – excursionando praticamente somente pelas cidades gaúchas – Santa Catarina quase não tem nenhuma banda autoral que se sustente com seus shows. A que credita tal fato?
Rafael Weiss
– Principalmente ao público e aos promotores de eventos, que destacam apenas bandas cover. O Dazaranha era um grupo catarinense que tinha tudo para conseguir tal feito. Fazia boa música e tinha personalidade. Não sei o que aconteceu para não estourarem. Santa Catarina tem outras bandas que poderiam perfeitamente figurar nesse circuito musical, mas o público, de maneira geral, parece ter preguiça de conhecer. E hoje temos a internet, tão acessível. Outro fato é que pouquíssimas rádios tocam as bandas do Estado. Aí fica difícil chegarmos a um quinto do que é o Rio Grande do Sul. Lá, o pessoal faz e acontece. Aqui, tudo é mais artesanal. Por isso, eu acho que a minha função e a de outros colegas que divulgam as bandas daqui é importante, porque oferecemos um outro lado. O blog é isso, fazer com que a pessoa deixe a preguiça de lado e vá até a net para conhecer a banda.

AN – Quais são as bandas clássicas catarinenses?
Weiss
– O rock catarinense é muito peculiar. O Expresso Rural teve uma certa importância. Trouxeram o rock e o pop para assuntos sobre o Planalto Serrano, o rock rural, que já existia, mas não com aquela roupagem. Existiram outras bandas como o Quarta Redenção e o grupo Tubarão, que também tinham essa função. Mas, hoje, outras bandas podem ser consideradas clássicas. Temos o Superbug, que já faz som há mais de dez anos. Do Superbug, tivemos Diógenes Fischer, cantor e guitarrista do lendário Os Pistoleiros. A banda durou alguns anos, paralelamente ao Superbug. Os Pistoleiros produziram o melhor EP já gravado em terras catarinenses. Infelizmente, acabou. Outra banda clássica é a Repolho, de Chapecó, que ainda atua e grava discos. O estilo debochado e escrachado não pode ser encarado como um Mamonas Assassinas. Os anos 90 produziram ainda bandas como Hey Miss, Cuba Drinker and the Hi-fis, Minds Away, Spengler Tenglers, Enzime, Butt Spencer e MGB.

AN – O que você acha do movimento criado pelos grupos de Itajaí, como Tarrafa Elétrica e Tribuzana, que mesclam cultura açoriana com rock?
Weiss
– A iniciativa é muito boa, mas essas bandas têm de cuidar para a coisa não cair muito no mangue beat, pois, na primeira audição, a pessoa mais leiga acha que é cópia. Conheço mais o trabalho do Tarrafa Elétrica. Eles têm essa consciência e estão levando o trabalho a sério. O mais próximo que se conseguiu com essa mistura aconteceu há mais de 25 anos, com o Engenho. O disco “Vou Botar Meu Boi na Rua” fez relativo successo no Estado e agregou pop à tradição açoriana. Um aspecto que também devemos levar em consideração é o de que esse pessoal (Tarrafa e Tribuzana) leva um reconhecimento para a música e o estilo dos açorianos. O povo açoriano foi quem construiu grande parte do nosso Estado. Houve uma miscigenação entre eles, o negro, os imigrantes germânicos e italianos, mas pelo seu estilo de ser e de viver, muita gente vê o açoriano com preconceito. Eu, como moro em Itajaí e sou comedor de peixe, me orgulho pacas quando vejo projetos culturais desse tipo.

Link desta reportagem: http://www.an.com.br/anexo/2007/out/10/0ane.jsp

JORNAL DE SANTA CATARINA

Publicado em 23/10/2007

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A mesma reportagem do AN, porém com a visão do Santa com as bandas mais próximas ao Vale do Itajaí e a região de Blumenau. A reportagem foi publicada na capa do caderno Lazer.

Link: Jornal de Santa Catarina

JORNAL DIÁRIO CATARINENSE

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Publicado em 24/10/2007

Um dia depois do Santa, o Diário Catarinense, com circulação em todo o Estado de Santa Catarina também publicou a reportagem do AN e deu enfoque para as bandas da capital e da região Oeste. A matéria foi publicada na capa do caderno Variedades.

Link: Diário Catarinense

OVERMUNDO

Por Marcelo Labes

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Link Overmundo

SENHOR F

De Fernando Rosa

Quando o Mundo47 iniciou suas atividades em julho, o site SenhorF, de Brasília e um dos mais importantes portais de música independente no Brasil, foi um dos primeiros a divulgar o Mundo47.

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www.senhorf.com.br

FAN CLUBE ARGENTINO DA GAL COSTA

A matéria do show da Gal Costa no 10º Festival de Música de Itajaí de 2007, foi reproduzida na Argentina pelo site de fãs da cantora baiana naquele país.

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Confira o endereço: http://www.galmariacosta.com.ar/noticias_vernota.php?id_nota=4551&sec=3

SENHOR F

De Fernando Rosa

O site publicou nota sobre a eleição dos melhores discos de 2007 realizado pelo Mundo47.

http://www.senhorf.com.br/agencia/main.jsp?codTexto=4368